| Processo: | 08/57256-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Elen Haruka Miyabara |
| Beneficiário: | Elen Haruka Miyabara |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Envelhecimento Músculo esquelético Sistema musculoesquelético Clenbuterol |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Clembuterol | Envelhecimento | Musculo Esqueletico |
Resumo
Com o avanço da idade ocorre perda gradual da massa muscular e um marcante déficit do potencial regenerativo da musculatura esquelética em idosos. Diante do crescente aumento da expectativa de vida e da importância da integridade muscular para a manutenção da qualidade de vida, torna-se cada vez maior o interesse na investigação de estratégias terapêuticas capazes de minimizar os efeitos deletérios do envelhecimento sobre musculatura esquelética. Neste contexto, o estudo de possíveis agentes terapêuticos na atenuação do referido déficit regenerativo muscular em idosos ainda é pouco explorado. Bons candidatos são os agonistas b2-adrenérgicos sintéticos, por serem agentes anabólicos capazes de maximizar a recuperação do tamanho das fibras musculares em regeneração, acarretando na melhora da estrutura e conseqüente função de músculos jovens. Além disso, estudos têm mostrado que o agonista b2-adrenérgico clembuterol é capaz de antecipar a proliferação de células satélites em músculos jovens transplantados e que este mesmo agonista induz a expressão de genes musculares envolvidos na diferenciação miogênica em camundongos adultos. Portanto, agonistas p2-adrenérgicos poderiam minimizar o déficit regenerativo muscular em idosos não apenas através da melhora do trofismo das fibras musculares em regeneração, mas também através da melhora do processo regenerativo. Considerando-se que 1) apesar de se conhecer os efeitos benéficos de agonistas b2-adrenérgicos sobre a regeneração muscular em nível estrutural, os mecanismos intracelulares envolvidos nesse processo ainda estão pouco esclarecidos, e que 2) ainda não se conhece o possível papel de agonistas b2-adrenérgicos sobre a atenuação do déficit regenerativo muscular em indivíduos idosos; nós decidimos estudar o papel do agonista b2-adrenérgico formoterol (mais seletivo ao adrenoceptor b2 do que os agonistas da velha geração e, portanto, menos deletério ao coração) em aspectos histológicos (proliferação de células satélites), moleculares (síntese e degradação protéica, perfil de ativação de elementos das vias reguladoras do trofismo muscular: dependente de AMPc, P13K-AKT-mTORC1 e ubiquitina-proteassoma) e funcionais da regeneração dos músculos soleus e tibialis anterior (TA) de ratos jovens e idosos. (AU)
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