| Processo: | 09/15920-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Márcio de Castro Silva Filho |
| Beneficiário: | Fabiana Bombonato Mingossi |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 11/21364-5 - Avaliação de mudanças transcricionais em larga-escala em plantas jovens de cana-de-açúcar expostas a diversos estresses abióticos, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Cana-de-açúcar Interação planta-inseto |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cana-de-açúcar | inibidores de proteinase | Interação planta-inseto | serino proteinases | Genética da interação planta-inseto |
Resumo As plantas evoluíram um amplo arranjo de mecanismos de defesa para se proteger da vasta gama de patógenos e insetos herbívoros com que são confrontadas. Dentro destes mecanismos de defesa estão as respostas induzidas que são ativadas sistemicamente nas plantas em resposta a infecção ou ataque por insetos. A resposta das plantas ao ataque por herbívoros é complexa e seu entendimento a nível molecular vem sendo estudado, principalmente na identificação e caracterização dos vários componentes da cascata de sinalização. O entendimento das vias de sinalização pode contribuir para o desenvolvimento de novas metodologias para aumentar a resistência de plantas a insetos. Há um entendimento de que existe uma clara interação entre as vias de sinalização na regulação da expressão gênica dos genes de defesa. Em seu habitat, as plantas são submetidas a múltiplos estresses bióticos e abióticos simultâneos. Cada ataque ativa uma ou várias vias de sinalização para assegurar uma resposta defensiva efetiva no tempo e no espaço. Portanto, as plantas precisam ser capazes de identificar e priorizar cada via de sinalização a fim de montar a estratégia de defesa mais eficaz para minimizar danos correntes e futuros e também para preservar o crescimento vegetativo e sucesso reprodutivo. Poucos trabalhos têm reportado a identificação e caracterização de proteases de plantas que são induzidas por herbivoria e estão relacionadas na defesa contra insetos. Um estudo sobre a análise da expressão gênica em larga escala por macroarranjos de DNA contendo 248 sequências de proteases e inibidores de proteases de cana-de-açúcar identificou 22 genes responsivos ao tratamento com Diatraea saccharalis, sendo 14 regulados positivamente e oito genes regulados negativamente. A partir destes resultados, estudos de genômica funcional serão realizados a fim de determinar a função destes inibidores e proteases como parte do mecanismo de defesa das plantas contra herbívoros. A verificação da conservação destes genes na resposta de Arabidopsis thaliana contra herbívoros também será realizada, permitindo um aprofundamento na caracterização funcional destes genes. Alem disso, pretende-se estudar a expressão destes inibidores e proteases de cana-de-açúcar expostas ao ataque de outras pragas como Sphenophorus levis e Mahanarva fimbriolata. | |
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