| Processo: | 09/50399-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | Tânia Aparecida Tardelli Gomes do Amaral |
| Beneficiário: | Suely Carlos Ferreira Sampaio |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Flagelos Adesão Escherichia coli enteropatogênica atípica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adesao | Caco-2 | Colonizacao Bacteriana | Epec Atipica | Flagelo | Flid |
Resumo Escherichia coli enteropatogênica (EPEC) é uma importante categoria de patógenos do trato digestório humano, sendo subdividida em dois grupos: EPEC típica (tEPEC) e EPEC atípica (aEPEC). A diferença principal entre os ambos consiste na presença do plasmídeo de virulência, EPEC Adherence Factor, somente em tEPEC. A colonização bacteriana é um processo multifatorial que implica várias estruturas de superfície como primeiro passo para o estabelecimento da doença, entre as quais o flagelo. Além da motilidade, o flagelo bacteriano tem sido reportado como uma estrutura que induz resposta inflamatória no hospedeiro. Recentemente, demonstramos que o flagelo da amostra aEPEC 1711-4 (O51:H40) participa de adesão, invasão e indução de IL-8, em linhagens de enterócitos cultivadas in vitro. Além disso, observamos uma interação preferencial entre a extremidade do flagelo e a das microvilosidades, sugerindo que estruturas associadas ao flagelo, além da flagelina (subunidade estrutural do flagelo), podem intermediar o processo de interação bactéria-célula. Neste estudo, pretendemos elucidar que fatores podem estar diretamente envolvidos na interação entre o flagelo da aEPEC 1711-4 e a superfície de células intestinais Caco-2, durante os processos de adesão e invasão in vitro. Este estudo poderá ter impacto científico relevante, ao contribuir para esclarecer mecanismos de patogenicidade das aEPECs ainda pouco conhecidos. Além disto, a identificação do fator responsável pela interação entre o flagelo e a membrana eucariótica poderá permitir uma avaliação de seu papel em futuros estudos in vivo, voltados para a produção de vacinas. (AU) | |
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