| Processo: | 09/51026-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Gerhard Wunderlich |
| Beneficiário: | Mauro Ferreira de Azevedo |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Variação antigênica Imunidade Malária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Imunidade | Malaria | Variacao Antigenica |
Resumo A Malária é uma das doenças infecciosas mais importantes do mundo, sendo responsável pela morte de mais de um milhão de pessoas anualmente, a maioria delas causada por P. falciparum. Apesar de a proteção contra as formas graves da doença ocorrer após poucas infecções, é necessária uma exposição prolongada para que os infectados se tornem portadores assintomáticos. Acredita-se que na África a imunidade seja formada através da produção de anticorpos que reconheçam principalmente proteínas variáveis exportadas pelo parasita para membrana do eritrócito como, por exemplo, a PfEMP1. No entanto, na Amazônia que é uma área de baixa a média endemia, a imunidade parece ser adquirida de forma distinta, já que Malária causada por P. falciparum em vários estudos é encontrada em formas muito mais brandas (sugerindo uma aquisição rápida e eficiente de imunidade) por outro lado soros de indivíduos assintomáticos e sintomáticos não reconhecem de forma diferencial parte da PfEMP1. Também, o reconhecimento de PfEMP1 recombinante é muito mais fraco que o reconhecimento observado em soros africanos. Além disso, a variabilidade de genes variantes em isolados de P. falciparum da Amazônia parece muito menor. Partindo de isolados cultivados oriundos da região de Porto Velho e soros de indivíduos com ou sem sintomas na hora da amostragem de sangue da mesma região, propomos a utilização de uma abordagem proteômica realizada em larga escala para a identificação de proteínas do parasita que sejam reconhecidas de forma diferencial por soros de indivíduos assintomáticos e sintomáticos e que, portanto, possam ser associadas à proteção. (AU) | |
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