| Processo: | 09/52325-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Sarah Monte Alegre |
| Beneficiário: | Sarah Monte Alegre |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Exercício físico Transdução de sinais Insulina Estresse oxidativo Obesidade mórbida |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estresse Oxidativo | Exercicio | Vias Sinalizacao De Insulina |
Resumo
O rápido crescimento da obesidade e suas conseqüências para a saúde, incluindo o aumento do estresse oxidativo, resistência à insulina e outros distúrbios associadas à síndrome metabólica, levaram ao desenvolvimento de várias pesquisas em relação a sua epidemiologia, dados etiológicos e tratamentos. O exercício é considerado um eficiente método não medicamentoso de atenuar os prejuízos causados por essa doença, pois além de promover a perda de peso ainda contribui significantemente com diversos benefícios relacionados às respostas do metabolismo. A atividade física de intensidade leve a moderada é caracterizada por aumentar os níveis de enzimas antioxidantes, dentre elas, a glutationa redutase, a catalase, a superóxido dismutase e a glutationa peroxidase. Dessa forma, reduz os danos causados pela alta concentração de agentes oxidantes em obesos. Além disso, o treinamento aeróbio também melhora a sensibilidade à insulina por meio de sua atuação direta nas vias de sinalização, simultaneamente à elevação do consumo de glicose pelo músculo esquelético independente de insulina, possivelmente pela via da AMPK. Em adição, através do exercício um outro mecanismo relacionado a oxidação de lipídios pode levar à diminuição da resistência à insulina. Desse modo, a determinação dos mecanismos fisiológicos e intramoleculares desencadeados pela atividade física crônica de intensidade leve a moderada é de grande relevância para compreender como o exercício pode proteger contra possíveis efeitos deletérios causados pelo excesso de peso e sua influência no estado de saúde dos obesos. (AU)
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