| Processo: | 10/52294-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Rildo Aparecido Volpini |
| Beneficiário: | Rildo Aparecido Volpini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Lesão renal aguda Proliferação celular Deficiência de vitamina D Macrófagos Monócitos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Isquemia/ Reperfusao | Lesao Renal Aguda | Macrofagos E Monocitos | Metabolismo Fosforo E Calcio | Proliferacao Celular | Vitamina D |
Resumo
A insuficiência renal aguda (IRA) é caracterizada pelo aumento reversível da concentração de creatinina e de resíduos de produtos nitrogenados no sangue e pela inabilidade do rim em regular adequadamente a homeostase de fluidos e eletrólitos. A lesão de isquemia/reperfusão renal ainda é a maior causa de insuficiência renal aguda. A isquemia leva â interrupção do fluxo sangüíneo para as células resultando em hipoxia ou anoxia, que imediatamente reduz os citocromos mitocondriais e interrompe a fosforilação oxidativa. Durante o processo isquêmico, a falta de oxigênio leva à degeneração e morte celular como a degradação e diminuição dos níveis de adenosina trifosfato (ATP), levando a um prejuízo da função normal celular e interferindo nos processos de recuperação. Nos rins, as células epiteliais edemaciadas contribuem para a obstrução da luz tubular. As mudanças físiopatológicas que são responsáveis pela lesão pós-isquêmica renal e que afetam as funções renais na IRA continuam pouco conhecidas. É sabido que a IRA é causada por um processo multifatorial e que a prevenção e o tratamento precoce continuam sendo a melhor escolha terapêutica. A fisiopatologia da lesão renal aguda envolve uma interação complexa entre fatores vasculares, tubulares e inflamatórios, seguidos por um processo de reparação que pode restaurar a função e a diferenciação epitelial ou resultar em doença renal crônica com aparecimento progressivo de fibrose. Tem sido demonstrado que a mortalidade de pacientes com doença renal crônica está inversamente relacionada à função renal. A alta mortalidade desta população é devida principalmente a doenças cardiovasculares e infecções. Entretanto, esses riscos tradicionais explicam apenas metade das causas de mortalidade nesses pacientes. Atualmente, vários estudos estão sendo direcionados a fatores de riscos não tradicionais, como a vitamina D. A prevalência da deficiência da vitamina D aumenta com a progressão da doença renal crônica e acomete 80% dos pacientes classificados em estágio 5 da doença. A deficiência de vitamina D também tem sido relacionada ao aumento da prevalência da hipertensão, síndrome metabólica, resistência à insulina, obesidade, doença cardiovascular e albuminuria. Em vista dessas observações, o objetivo deste trabalho é estudar o efeito da deficiência de vitamina D em ratos na isquemia/reperfusão renal e os possíveis mecanismos envolvidos na potencialização da doença renal, tais como proliferação celular, infiltração de macrófagos e monócitos, metabolismo do fósforo e cálcio e vias de necrose/apoptose. (AU)
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