| Processo: | 10/52590-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal |
| Acordo de Cooperação: | CONICET |
| Pesquisador responsável: | João Stenghel Morgante |
| Beneficiário: | João Stenghel Morgante |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Enrique Alberto Crespo |
| Instituição Parceira no exterior: | Centro Nacional Patagónico , Argentina |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 09/08624-8 - Pinguins sul-americanos como um modelo em estudos de genética da conservação: variabilidade genética, filogeografia e mudanças climáticas., AP.R |
| Assunto(s): | DNA mitocondrial Migração animal Comportamento animal Pinguins América do Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dna Mitocondrial | Estrutura Populacional | Lobos Marinhos | Microssatelites | Pinguim De Magalhaes | Rotas Migratorias |
Resumo
A compreensão das rotas migratórias e da estrutura populacional Lobos-marinhos (Arctocephalus australis) e Pinguins (Spheniscus magellanicus) são essenciais para a conservação dessas espécies. Uma vez que, pouco se conhece sobre a ecologia dessas espécies durante a fase migratória. Essas espécies têm sido muito impactadas devido ao aumento da indústria pesqueira, do turismo não regulamentado e da exploração do petróleo e gás marinho. Os métodos tradicionais de captura-marcação e recaptura nem sempre são de fácil aplicação em vertebrados marinhos, entretanto novas metodologias surgiram para estimar a migração e a estruturação das populações, entre elas podemos citar o uso dos isótopos estáveis e a genética molecular. Dentro desse contexto, o presente projeto propõe investigar as rotas migratórias dos Pinguins-de-magalhães e dos Lobos-marinhos na costa Atlântica da América do Sul, através de uma abordagem multidisciplinar, buscando verificar a composição dos isótopos estáveis ao longo da costa Argentina; e estrutura populacional genética das duas espécies através de marcadores mitocondriais e microssatélites; inferir a origem dos indivíduos vagantes que chegam a costa brasileira e o tamanho efetivo das populações das duas espécies. Este projeto pretende ampliar a colaboração internacional entre o Brasil e a Argentina visando identificar unidades de manejo para as duas espécies, que não respeitam limites geopolíticos. Informações essas que poderão suprir bases técnicas para futuras decisões de manejo a serem tomadas pelas autoridades. (AU)
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