| Processo: | 11/04938-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Gisele Monteiro |
| Beneficiário: | Lucas de Sousa Cavalcante |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/01303-1 - Caracterização de ORFs de função desconhecida envolvidas na resposta antioxidante em Saccharomyces cerevisiae, AP.JP |
| Assunto(s): | Bioquímica Gemcitabina Leveduras Neoplasias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ascorbato | câncer | gemcitabina | levedura | rebecamicina | Bioquímica |
Resumo Gemcitabina e rebecamicina são moléculas que apresentam atividade antitumoral, sendo que a primeira já tem sido usada como agente único no tratamento do câncer de pâncreas, ou em conjunto com outras drogas em vários outros tipos de câncer, enquanto que alguns análogos da segunda já foram utilizados em testes clínicos de fase II em câncer de mama e pulmão. A gemcitabina é um análogo de desoxicitidina que interrompe a síntese de DNA, além de apresentar efeito inibitório indireto sobre várias proteínas, como desoxicitidina monofosfato desaminase, topoisomerase I e ribonucleotídeo redutase. A rebecamicina e vários de seus análogos incluem moléculas intercalantes de DNA, além de inibidores da topoisomerase I. Alguns desses análogos ainda podem inibir a atividade de algumas quinases, como a Chk1, importante para o checkpoint G2/M do ciclo celular. Os mecanismos de resistência a essas drogas são pouco conhecidos e alguns já foram sugeridos; porém, ainda não há consenso sobre as vias celulares envolvidas. A proposta desse projeto é de identificar alvos moleculares associados a essa resistência, além de analisar o balanço redox das células tratadas com esses antitumorais, usando Saccharomyces cerevisiae como modelo. Iniciaremos realizando um screening de uma coleção de mutantes a fim de identificar genes que possam estar envolvidos nas vias moleculares de resistência a gemcitabina e aos análogos de rebecamicina. A partir disso, analisaremos a expressão gênica e a atividade de proteínas-alvo relacionadas a essas respostas. A utilização de leveduras como modelo de célula eucariótica pode ser de grande contribuição para a compreensão de processos complexos como a resistência a drogas, apoptose e ciclo celular, os quais estão diretamente relacionados ao câncer. | |
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