| Processo: | 11/07380-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Silvia Maria Fátima Di Santi |
| Beneficiário: | Silvia Maria Fátima Di Santi |
| Instituição Sede: | Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Aluisio Augusto Cotrim Segurado ; Angélica Domingues Hristov ; Giselle Fernandes Maciel de Castro Lima ; Marcos Boulos ; Marcos Vinicius da Silva ; Maria de Jesus Costa do Nascimento |
| Assunto(s): | Malária Plasmodium falciparum Mutação Marcador molecular Polimorfismo de um único nucleotídeo Antimaláricos Resistência a medicamentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | malária | marcadores moleculares | Plasmodium falciparum | resistência antimaláricos | SNPs | Ciências da Saúde |
Resumo
A malária é responsável por 243 milhões de casos e 863 mil óbitos anualmente. No Brasil, em 2009, foram registrados 306.469 casos. A pressão seletiva de drogas resulta em mutações (SNPs) que conferem resistência. A resistência à cloroquina está ligada ao gene pfcrt que codifica a proteína PfCRT, transportadora de drogas e metabólitos. A resposta do P. falciparum ao quinino está associada ao aumento do número de cópias do gene pfmdr1, assim como a mutações pontuais nos genes pfcrt e pfmrp, que codifica a proteína PfMRP, que atua como bomba molecular, expelindo drogas para fora do parasito, além do gene pfnhe-1 que codifica a proteína responsável pela troca Na+/H+. A diminuição da sensibilidade à mefloquina está relacionada com a amplificação de cópias do pfmdr1, que codifica a glicoproteína Pgh1 com valor maior de IC50 para quinino e cloroquina. Mutações no gene da DHFR-TS são relacionadas com resistência à pirimetamina, e SNPs no gene pfdhps à resistência à sulfadoxina. A diminuição da sensibilidade à artemisinina é relacionada a SNPs no gene pfATPase6, que codifica a proteína SERCA. O aumento no número de cópias do gene pfmdr1 também está relacionado com a diminuição da sensibilidade à artemisinina. Dados recentes associam novas mutações próximas de pfubp1, bem como uma mutação num gene denominado pfcmu, localizado no cromossomo 13, à menor susceptibilidade in vitro à artemisinina. Em vista da multiresistência detectada no Brasil, baseada principalmente na análise fenotípica, o uso de marcadores moleculares para antimaláricos permitirá mapear o perfil genético de P. falciparum com relação às mutações associadas à resistência. (AU)
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