| Processo: | 11/10062-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Fisiológica |
| Pesquisador responsável: | Paula Ayako Tiba |
| Beneficiário: | Paula Ayako Tiba |
| Instituição Sede: | Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santo André |
| Pesquisadores associados: | Deborah Suchecki ; João Ricardo Sato ; Maria Gabriela Menezes de Oliveira |
| Assunto(s): | Cognição Privação de sono |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aprendizado | Condicionamento de medo | consolidação | Evocação | memória | Aprendizagem e memória |
Resumo
Diversos estudos na literatura têm mostrado uma importante associação entre o sono e os processos cognitivos, tais como aprendizado e memória. Por exemplo, a privação de sono (PS) prejudica o desempenho em diversas tarefas enquanto que o próprio aprendizado induz uma alteração do padrão de sono. No entanto, em vários destes trabalhos, os efeitos observados podem ser devidos à liberação dos hormônios do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA). Estes hormônios exibem efeito de curva em U invertido, tanto no sono quanto em processos cognitivos, de modo que em concentrações intermediárias, eles podem melhorar o desempenho de ratos em tarefas de memória e alterar o sono, enquanto que em concentrações baixas ou altas, induzem vigília e prejudicam o desempenho. Desta forma, os resultados que mostram um prejuízo de desempenho em tarefas de memória após a PS pode ser interpretado como uma conseqüência do estresse inerente ao método de PS ou mesmo à própria PS em si, que pode ser um evento estressante. Ao mesmo tempo, muitas tarefas utilizadas para se avaliar o aprendizado em animais envolvem uma situação aversiva como componente aprendido. Igualmente, os hormônios liberados nesta situação também podem ser os responsáveis por alterar o padrão de sono subseqüente. Desta forma, utilizando-se de ferramentas farmacológicas e comportamentais, pretendemos investigar a participação dos hormônios do eixo HPA: 1) no prejuízo de memória induzido pela PS, e 2) nas alterações de sono observadas após o aprendizado de uma tarefa aversiva. (AU)
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