| Processo: | 11/11753-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Paula Rahal |
| Beneficiário: | Paula Rahal |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Assunto(s): | Virologia Hepatite C Antivirais Produtos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antivirais | compostos brasileiros | compostos de origem vegetal | inibição viral | vírus da hepatite C | Virologia |
Resumo
A hepatite C é um problema de saúde pública mundial e estima-se que aproximadamente 2% da população mundial esteja infectada pelo vírus da hepatite C (HCV). A infecção crônica pode levar à cirrose hepática e ao carcinoma hepatocelular, e é atualmente a maior indicação de transplante de fígado no mundo ocidental. O tratamento atual consiste na administração de Interferon peguilado combinado com ribavirina e resulta em baixa taxa de resposta virológica sustentada, alto custo de desenvolvimento e graves efeitos colaterais aos individuas tratados. Estes dados demonstram a necessidade do desenvolvimento de novas drogas antivirais, ou combinação de terapias que apresentem maior eficiência no tratamento da hepatite C. Compostos de origem vegetal podem fornecem uma fonte alternativa no desenvolvimento de novas terapêuticas por apresentarem características de alta diversidade química, custo de desenvolvimento reduzido e efeitos colaterais brandos ou inexistentes quando comparado às drogas convencionais. Além disso, o Brasil é constituído de uma flora diversa e compostos extraídos de plantas brasileiras ainda não foram avaliados quanto aos efeitos anti-HCV. Desta forma, este projeto propõe investigar os efeitos destes compostos no ciclo replicativo do HCV e identificar as etapas da infecção viral em que estes compostos possam atuar como agentes antivirais. Para isso, será utilizado um sistema de cultura de células replicativo de HCV transfectado com replicons JFH-1, recentemente desenvolvido, que possibilitará a obtenção de partículas virais infectantes. Este sistema proporcionou avanços no entendimento de aspectos biológicos do HCV e tem possibilitado progressos no desenvolvimento de potencias terapias antivirais futuras. Ensaios de luciferase, westernblotting, citometria de fluxo e titulação viral por PCR em tempo real auxiliarão na obtenção de resultados que serão de grande relevância para métodos de intervenção da infecção por HCV. (AU)
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