| Processo: | 12/05910-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 26 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 25 de agosto de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Manoela Tiago dos Santos |
| Supervisor: | Keiran Smalley |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of South Florida (USF), Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 11/19045-9 - Metilação dos genes RECK e ALX3 em melanoma humano, BP.DR |
| Assunto(s): | Heterogeneidade genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | heterogeneidade clonal | melanoma | resistência a vemurafenibe | Biologia Celular |
Resumo O melanoma humano apresenta extrema quimiorresistência e mau prognóstico, com um alto risco de metástases em linfonodos e hematogênicas, além de taxa de sobrevivência de seis a nove meses. O vemurafenibe (PLX4032) causou grande impacto terapêutico, porque foi capaz de induzir a parada de ciclo celular e apoptose, além da inibição da proliferação em células exclusivamente positivas à mutação V600E, tanto em sistemas in vitro quanto in vivo. Em pacientes, houve uma redução de 80% das metástases naqueles que receberam uma administração diária de PLX4032. Apesar do sucesso clínico e da baixa toxicidade relatada, a maior parte das respostas observadas é transiente, como recidiva e resistência ao fármaco, na maioria dos casos. O tratamento clínico atual é ainda baseado no mesmo utilizado nas últimas décadas, mesmo apesar da evolução da tecnologia terapêutica. Entender o mecanismo de quimiorresistência pode fornecer pistas tanto para o desenvolvimento de versões melhoradas do fármaco quanto para orientar a seleção de combinações de medicamentos adequados ao tratamento. A falta de êxito do tratamento é muitas vezes atribuída ao desenvolvimento de quimiorresistência. Estes resultados sugerem que a heterogeneidade do tumor pode desempenhar importante aspectos na determinação de respostas a mudanças dramáticas no microambiente tumoral, como àquelas induzidas pela terapia antitumoral. A coexistência de populações clonais distintas no interior do tumor pode ter implicações clínicas profundas para a progressão da doença, diagnóstico e resposta terapêutica. Assim, as alterações da heterogeneidade clonal em resposta à quimioterapia devem ser determinadas a fim da melhoria do desenvolvimento de terapias mais eficientes para o tratamento de pacientes com melanoma. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |