| Processo: | 12/51288-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética |
| Pesquisador responsável: | Alicia Juliana Kowaltowski |
| Beneficiário: | Ignacio Amigo de La Huerga |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Restrição calórica Toxicidade Cérebro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Excitotoxicidade | Mitocondria | Neurobiologia | Restricao Calorica |
Resumo A restrição calórica aumenta a expectativa de vida num amplo número de espécies e ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças relacionadas com o envelhecimento. No cérebro, tem-se demonstrado que o uso de substâncias que reproduzem alguns dos efeitos da restrição calórica são protetores frente a várias condições mórbidas, como o dano isquêmico e as doenças de Parkinson e Alzheimer. Contudo, a influência da restrição calórica na suscetibilidade das células cerebrais à excitotoxicidade só tem sido estudada de uma maneira superficial, apesar de estar estreitamente relacionada com uma grande parte das situações patológicas, incluindo as especificadas anteriormente. Os poucos trabalhos realizados indicam que a restrição calórica reduz a morte celular provocada pelo ácido kainico em roedores, embora os mecanismos específicos da proteção não tenham sido pesquisados. No presente projeto queremos estudar os efeitos da restrição calórica no cérebro frente a estímulos excitotóxicos para identificar mecanismos moleculares e processos subcelulares que intervém. Apresentamos uma abordagem que combina experiências in vivo e in vitro e que envolve um grande número de técnicas para investigar os diferentes aspectos dos efeitos da excitotoxicidade nas células neuronais. Acreditamos que a compreensão dos mecanismos do funcionamento da restrição calórica no cérebro é de grande importância tanto para aprofundar o nosso conhecimento sobre os distúrbios neurológicos como para identificar possíveis alvos moleculares neuroprotetivos. (AU) | |
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