| Processo: | 12/51577-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 08 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Dalton de Souza Amorim |
| Beneficiário: | Sarah Siqueira de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/08447-7 - Estudo dos mosquitos de fungos (Diptera: Mycetophilidae) da coleção do Museu de História Natural de Londres, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Biodiversidade Sistemática Zoologia (classificação) Biogeografia Diptera |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiversidade | Biogeografia | Diptera | Mycetophilidade | Sistematica | Taxonomia |
Resumo A família Mycetophilidae é a segunda mais especiosa da subordem Bibionomorpha (Diptera), abrangendo 233 gêneros e cerca de 4.500 espécies descritas de todas as regiões biogeográficas. A monofilia de Bibionomorpha e de Mycetophilidae é bem corroborada na literatura. A família de modo geral tem sido dividida nas subfamílias Sciophilinae, Gnoristinae, Mycomyiinae, Leiinae, Manotinae, Allactoneurinae, Mycetophilinae. Dessas subfamílias, Sciophilinae, Gnoristinae e Leiinae incluem táxons demonstradamente com distribuição austral, isto é, disjuntos entre Austrália, Nova Zelândia e áreas temperadas da América do Sul-chamados táxons de distribuição anfinótica. O entendimento das relações entre esses gêneros e dentro desses gêneros, no entanto, é ainda incipiente. Este projeto visa realizar análises filogenéticas das relações entre espécies de gêneros de Mycetophlilidae com distribuição austral, propondo uma interpretação para a evolução biogeográfica do grupo. Isso será feito estudando as relações de parentesco entre as espécies envolvidas em vários desses gêneros, datando a idade dos ciados e inferindo a idade das florestas às quais eles se associam. A execução dessa análise passa por revisões da diversidade dos gêneros, com trabalhos descritivos em nível de espécie que permitam a construção de hipóteses filogenéticas. A idade dos clados será inferida com o uso de ferramentas moleculares, a calibração da taxa de evolução será feita utilizando fósseis das subfamílias de Mycetophilidae conhecidas do Cretáceo e do Eoceno. (AU) | |
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