| Processo: | 13/09045-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geodésia |
| Pesquisador responsável: | Nilton Nobuhiro Imai |
| Beneficiário: | Nilton Nobuhiro Imai |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Presidente Prudente |
| Pesquisadores associados: | Alisson Fernando Coelho do Carmo ; Arcilan Trevenzoli Assireu ; Cláudio Clemente Faria Barbosa ; Enner Herenio de Alcântara ; Maria de Lourdes Bueno Trindade Galo ; Nariane Marselhe Ribeiro Bernardo do Carmo |
| Assunto(s): | Sensoriamento remoto Propriedades ópticas Plantas aquáticas Macrófitas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | águas opticamente rasas | Dados hiperespectrais | Propriedades opticas aparentes | Propriedades opticas inerentes | Teoria da transferencia de radiação na coluna dágua | Vegetação aquática submersa | Sensoriamento Remoto |
Resumo
Um forte problema enfrentado no levantamento da Vegetação Aquática Submersa (VAS) é seu dinamismo, pois sua taxa de crescimento é bastante elevada. Também podem ser arrancadas por embarcações, atingidas pela variação de nível de água, velocidade de corrente, velocidade e direção do vento e outros fatores ambientais. Além disso, o mapeamento da VAS é hoje uma tarefa de elevado custo, quando realizada com dados obtidos em levantamentos de campo. Os procedimentos envolvidos nesse tipo de levantamento demandam longo período de tempo e por isso inviabilizam o mapeamento da VAS, principalmente em grandes reservatórios. Uma alternativa para detectar a VAS é a utilização de imagens de sensoriamento remoto. Porém, estudos mostraram que imagens multiepectrais não possuem resolução espectral adequada para distinguir regiões com e sem vegetação submersa. Trabalhos recentes mostraram que o uso de imagens hiperespectrais e modelos inversos baseados na Teoria de Transferência Radiativa em corpos de água podem ser adaptados para estimar o albedo do substrato. Assim, o objetivo geral do trabalho é efetuar o mapeamento da vegetação aquática submersa com base na teoria de transferência radiativa na coluna de água. Serão necessárias medidas in situ das concentrações de clorofila, sólidos suspensos e matéria orgânica dissolvida, além de medidas das propriedades ópticas inerentes, ou seja, coeficientes de absorção e de retroespalhamento. Isso ocorre pela necessidade de inserir esses valores no processo de inversão do modelo e, com isso, obter informação da coluna da água e do substrato em toda área. Consequentemente será obtido uma mapa de ocorrência da vegetação submersas, além dos constituintes opticamente ativos presentes na coluna de água. Para avaliar os resultados do estudo será realizado um levantamento hidroacústico da área. Para isso, será utilizado o sonar científico digital BioSonics DT-X (Ecobatímetro). Esse equipamento hidroacústico adquire dados georreferenciados sobre a presença e altura da vegetação aquática submersa, além da profundidade. (AU)
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