| Processo: | 14/23903-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências |
| Pesquisador responsável: | Cláudio Clemente Faria Barbosa |
| Beneficiário: | Cláudio Clemente Faria Barbosa |
| Instituição Sede: | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Assunto(s): | Sensoriamento remoto Monitoramento da água Amazônia Planícies |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caracterização bio-óptica de águas amazônicas | Constituintes opticamente ativos | Modelos bio-ópticos diretos e inversos | planície de inundação Amazônica | Propriedade ópticas inerentes e aparentes | Sensoriamento Remoto |
Resumo
Em termos relativos, o ecossistema da planície de inundação do Rio Amazonas é pouco conhecido e estudado, quando comparado aos ecossistemas terrestres amazônicos. Estima-se a existência de mais de 10 mil lagos com área superior a um hectare (1 ha), dos quais menos de 1% foram estudados. Dada às dimensões da planície, o seu monitoramento só é viável por sensoriamento remoto orbital. Estudos realizados pelo nosso grupo de pesquisa, integrando dados de sensoriamento remoto, medidas espectroradiométricas acima da água e modelos empíricos, permitiram caracterizar padrões da dinâmica espaço-temporal das massas de água ao longo do ciclo hidrológico, sem, no entanto, descrever e analisar a composição espectral do campo de luz subaquático, informação essencial, por exemplo, para estimar a produtividade primária em ambientes aquáticos. Recentemente nosso grupo de pesquisa, com apoio da FAPESP, CNPq e ANEEL, adquiriu um conjunto de perfiladores subaquáticos que viabilizam a caracterização bio-óptica da coluna d'água e a parametrização de modelos analíticos para mapeamento dos constituintes da água. Modelos bio-ópticos analíticos, diferentemente dos empíricos, têm abrangência temporal, o que reduz a necessidade e os custos de medidas in situ. Vale ressaltar que o uso desses equipamentos, desenvolvidos para uso em oceanos, em águas altamente complexas como as amazônicas, é um campo extremamente fértil, dado que há toda uma linha de revisão de métodos e melhoramento de protocolos de correção dos dados. Esta proposta visa dar continuidade aos estudos iniciados no contexto projeto FAPESP 2011/23594-8 sobre caracterização bio-óptica e desenvolvimento de uma metodologia, fundamentada nos conceitos modelagem diretas e inversas para estimativa dos constituintes das massas de águas que circulam pela planície de inundação amazônica, utilizando sensores orbitais de ultima geração (OLI, HICO, Sentinel-2 e 3). (AU)
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