| Processo: | 13/10362-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Marie-Anne Van Sluys |
| Beneficiário: | Fabiana Firetti-Leggieri |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anemopaegma Bignoniaceae Biologia molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anemopaegma | Bignoniaceae | Complexo de espécies | delimitação de espécies | elementos de transposição | Biologia molecular |
Resumo A correta delimitação das espécies é essencial, já que estas representam as unidades fundamentais para estudos taxonômicos e também para os demais estudos biológicos como genética, ecologia, evolução, biogeografia, entre outros. A delimitação de espécies geralmente é feita através de caracteres morfológicos. Entretanto, para alguns grupos com histórico de evolução reticulada, se torna necessário o uso de marcadores moleculares juntamente com dados morfológicos para a correta identificação dos táxons. O complexo Anemopaegma arvense é constituído por três espécies com grande variação morfológica possivelmente gerada por recorrentes processos de hibridação e introgressão. Por outro lado, os mecanismos moleculares efetivos que determinam o processo de especiação são pouco compreendidos e dentre estes temos a participação de um conjunto de sequências repetitivas do genoma denominadas elementos de transposição. De acordo com o exposto, o presente projeto visa determinar os elementos de transposição existentes nas espécies A. arvense, A. glaucum (espécies parentais) e A. acutifolium (espécie considerada híbrida) a partir da produção de informação genômica oriunda de seqüenciamento de nova geração (NGS - Next-generation sequencing) e, posteriormente, usar tais elementos de transposição como marcadores moleculares para a correta delimitação dos táxons que compõem o complexo A. arvense. As coletas dos espécimes serão realizadas em áreas de cerrado dos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e no Distrito. O seqüenciamento do DNA total será realizado com a plataforma 454 no Laboratório CATG (IQ-USP) e as demais etapas serão executadas no Laboratório GaTE do Departamento de Botânica da Universidade de São Paulo. (AU) | |
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