| Processo: | 13/12789-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química |
| Pesquisador responsável: | Maria Lúcia Arruda de Moura Campos |
| Beneficiário: | Maria Lúcia Arruda de Moura Campos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Andrew George Allen ; Bruno Spinosa de Martinis ; Raquel Fernandes Pupo Nogueira |
| Assunto(s): | Química atmosférica Biogeoquímica Emissão de gases Compostos inorgânicos Compostos orgânicos Água de chuva Etanol Mudança climática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | água de chuva | Cana de Açúcar | Ciclo biogeoquímico do carbono | ciclo biogeoquímico do nitrogênio | Etanol | Mudanças Climáticas | Química da Atmosfera |
Resumo
As emissões atmosféricas originárias de regiões canavieiras estão em franco processo de modificação no Estado de São Paulo. Enquanto a redução da queima da palha da cana provoca uma diminuição das emissões com origem na biomassa, o crescente uso de maquinário agrícola eleva as emissões relativas à ressuspensão do solo. Dessa forma, as emissões de aerossóis na região e sua composição química vêm sendo modificadas, levando a alterações na solubilidade do material particulado presente na baixa troposfera, com possíveis implicações climáticas, ainda desconhecidas. Com a eminente produção de etanol de 2ª geração, as emissões automotivas ligadas ao uso de etanol deverão aumentar, impactando a capacidade oxidativa da atmosfera. Este projeto propõe avaliar o comportamento atual de espécies orgânicas (N orgânico, formaldeído, acetaldeído, etanol, acetato, formiato, carbono orgânico dissolvido (COD), COD-volátil) e inorgânicas (íons majoritários), solubilizadas na água de chuva de Ribeirão Preto. Desta forma, esperamos melhor compreender a intensidade das emissões regionais, suas fontes, e as alterações químicas que estão ocorrendo na baixa troposfera. São muito escassos os estudos sobre a deposição de compostos orgânicos por via úmida no Brasil, principalmente em regiões agrícolas com intensa queima de biomassa. Portanto, conhecer melhor como a atmosfera atua como reservatório de carbono e nitrogênio numa região canavieira, e como esta pode ser alterada pelas futuras políticas governamentais, é essencial para se poder entender (e prever) o possível impacto da produção e uso de etanol combustível no Brasil. (AU)
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