| Processo: | 13/17955-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Flávio Vieira Meirelles |
| Beneficiário: | Laís Vicari de Figueiredo Pessôa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Medula óssea de animal Equinos Células-tronco mesenquimais Cordão umbilical |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | celula tronco | Cordão umbilical | equino | iPS | Medula Óssea | Reprogramação celular |
Resumo Já foi comprovado que a inserção de alguns fatores de transcrição embrionários em células somáticas adultas é capaz de reprogramar tais células levando-as a um estágio de pluripotência, gerando as células-tronco pluripotentes induzidas (iPS). Este método tem levantado questões fundamentais sobre a influência da origem da célula somática utilizada na produção de iPS. Uma vez que grandes mamíferos, como o equino, são bons modelos para o estudo de doenças humanas, o interesse na pesquisa envolvendo estes animais vem aumentando e já é frequente a pratica da terapia celular em equinos, utilizando células mesenquimais em lesões ortopédicas e articulares. Tendo como hipótese que células mesenquimais equinas derivadas de tecidos diferentes in vivo apresentam características de pluripotência e capacidade de diferenciação in vitro variáveis, segundo a fonte de derivação; esta proposta tem como objetivo gerar e analisar células iPS equinas obtidas através da reprogramação direta de fibroblastos adultos e células mesenquimais equinas derivadas de medula óssea, tecido de cordão umbilical e sangue de cordão umbilical, além de um grupo controle formado por fibroblastos quanto a sua manutenção de pluripotência in vitro através da expressão do fator Oct4 endógeno, marcado pela expressão de GFP do promotor de Oct4 endógeno, ademais da análise da capacidade de diferenciação destas em populações de interesse terapêutico. As células iPS serão produzidas através da transdução viral dos fatores de transcrição OKSM humanos a partir destes tipos celulares. Estas por sua vez, para caracterização, serão analisadas quanto à sua morfologia, expressão gênica de Oct4, Sox2 e Nanog por PCR Tempo Real, expressão de fosfatase alcalina, diferenciação in vitro e in vivo em populações celulares de interess. Como resultados esperados, pretendemos observar baixa ou nenhuma expressão de Oct4 endógeno nas células tronco mesenquimais; expressão dos fatores exógenos relacionados à pluripotência entre 4-6 dias após a transdução; expressão endógena de fatores relacionados a pluripotência após 14 dias em reprogramação; formação in vivo de teratomas com pelo menos um tipo celular de cada folheto embrionário; células iPS derivadas de células mesenquimais com maior potencial de multipotência devem apresentar maior pluripotencialidade; após a diferenciação das células iPS em populações de interesse, tais células não deverão mais apresentar expressão endógena de Oct4, uma característica da reprogramação completa. (AU) | |
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