| Processo: | 13/19082-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Luciano da Fontoura Costa |
| Beneficiário: | Cynthia Martins Villar Couto |
| Instituição Sede: | Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia computacional Redes complexas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Expressão gênica global | MicroCT | Mycroarray | Ossos longos | Redes Complexas | Bioinformática |
Resumo O tecido ósseo é o principal componente do esqueleto vertebrado, servindo de suporte para as porções não rígidas do corpo, e como proteção para órgãos vitais. Dois processos guiam o desenvolvimento do esqueleto: a ossificação intramembranosa e a endocondral. Durante a ossificação endocondral, vasos sanguíneos invadem o espaço ocupado por cartilagem, ramificam-se, espalham-se e finalmente, adquirem a estrutura de uma rede, sendo posteriormente delimitados por canais formados por matriz óssea. Sabe-se que os eventos que produzem os diferentes estágios na placa de crescimento óssea são regulados por redes de sinalização envolvendo regulação gênica, e proteínas de diversas famílias foram relacionadas ao crescimento do esqueleto. A disposição dos canais vasculares que percorre os ossos, e a rede de interação gênica, podem ser estudadas segundo a teoria das Redes Complexas, analisando-se conceitos cruciais para o entendimento dos sistemas biológicos. Estudaremos esses aspectos em ossos longos de galinha (Gallus gallus) e camundongos (Mus musculus) através de análise de dados de expressão gênica global depositados em Bancos de Dados, e através grafos extraídos de imagens em 3D dos canalículos vasculares dos ossos. Essas análises serão feitas em linhagens normais ao longo do tempo, e também comparativamente em linhagens afetadas por doença óssea. Resultados preliminares foram gerados, mostrando que é possível construir um Mapa de Correlação utilizando-se dados de expressão gênica de células ósseas. | |
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