| Processo: | 13/23740-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Física |
| Pesquisador responsável: | Fernando Fernandes Paiva |
| Beneficiário: | Fernando Fernandes Paiva |
| Instituição Sede: | Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Alberto Tannús ; Antonio Carlos dos Santos ; Carlos Ernesto Garrido Salmon ; João Pereira Leite ; Renata Ferranti Leoni |
| Assunto(s): | Imagem por ressonância magnética Neuroimagem Circulação cerebrovascular Hemodinâmica Perfusão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arterial Spin Labeling | Imagens | perfusao | Ressonância Magnética | Imagens por Ressonância Magnética |
Resumo
O cérebro possui uma capacidade limitada de armazenamento energético de tal maneira que reduções severas na perfusão cerebral podem causar danos neuronais significativos e permanentes nas áreas cerebrais afetadas. A importância vital da perfusão para a integridade dos tecidos cerebrais inspirou a busca por métodos que permitissem sua quantificação. Arterial spin labeling (ASL) é um método bem estabelecido para obtenção de mapas quantitativos de perfusão sanguínea cerebral de forma completamente não invasiva. Entretanto, existem ainda algumas questões metodológicas que dificultam sua aplicação em patologias específicas, como, por exemplo, naquelas que retardam o tempo de trânsito arterial em regiões específicas, como AVC e estenose de carótida. O presente projeto pretende compreender como o tempo de trânsito arterial afeta o contraste ASL e desenvolver uma metodologia baseada na técnica ASL com múltiplas fases que permita a avaliação da perfusão mesmo em tecidos com tempo de trânsito prolongado. A aplicação da metodologia em pacientes com estenose de carótida possibilitará um estudo de viabilidade de aplicação da técnica em pacientes além de uma eventual validação clínica da metodologia. Com isso, pretendemos possibilitar que avaliações mais consistentes sejam feitas a respeito da hemodinâmica cerebral associada a patologias que retardam a chegada do sangue ao tecido de forma completamente não invasiva. (AU)
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