| Processo: | 13/25882-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 25 de maio de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Rosangela Gonçalves Peccinini |
| Beneficiário: | Marcelo Gomes Davanço |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Farmacocinética clínica Doença de Chagas Tecnologia farmacêutica Benznidazol Doenças negligenciadas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | benznidazol | Doença de Chagas | doenças negligenciadas | farmacocinética pré-clínica | Novas formulações | Tecnologia Farmacêutica | Farmacocinética pré-clínica |
Resumo A Doença de Chagas é uma enfermidade que afeta milhões de pessoas no mundo, principalmente em países em desenvolvimento. É causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, gerando sérios danos ao hospedeiro, especialmente no tecido cardíaco e intestinos. No Brasil, o único fármaco disponível para tratamento da Doença de Chagas é o benznidazol. Este fármaco é administrado somente na forma de comprimidos de liberação imediata de 100 mg (Ministério da Saúde) em duas ou três tomadas diárias, durante 60 dias. Apesar da eficácia desse fármaco na fase aguda da doença, o tratamento é dotado de diversos efeitos adversos que limitam o seu uso e não possuem atividade considerável na fase crônica. Além disso, devido a inexistência de apresentações pediátricas, o tratamento em crianças é realizado através de solução extemporânea dos comprimidos de 100 mg, implicando em alta variabilidade da dose administrada. Neste sentido, este projeto tem como objetivo avaliar a farmacocinética pré-clínica de novos comprimidos de benznidazol para o tratamento da Doença de Chagas. Os comprimidos a serem avaliados foram desenvolvidos através de tecnologias farmacêuticas para liberação prolongada (100 mg) e pediátrico na dose de 12,5 mg, visando a diminuição da frequência de administrações do fármaco e na melhoria do tratamento em crianças com doses mais precisas. Os parâmetros farmacocinéticos dessas novas formulações serão comparados ao comprimido convencional disponível pelo Ministério da Saúde para o tratamento da doença. Através destes resultados será possível definir as vantagens do ponto de vista farmacocinético e farmacotécnico das novas formulações e o planejamento de futuros ensaios clínicos. (AU) | |
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