| Processo: | 13/50343-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia |
| Acordo de Cooperação: | Ohio State University |
| Pesquisador responsável: | Robson Francisco Carvalho |
| Beneficiário: | Robson Francisco Carvalho |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Denis Christian Guttridge |
| Instituição Parceira no exterior: | Ohio State University , Estados Unidos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Vinculado ao auxílio: | 12/13961-6 - Perfil genômico de RNAs mensageiros e microRNAs em células musculares esqueléticas tratadas in vitro com TNF-alfa e IFN-gama, AP.R |
| Assunto(s): | Neoplasias Caquexia Atrofia muscular RNA mensageiro MicroRNAs |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Morfologia |
Resumo
O projeto colaborativo Brasil-EUA fornece uma excelente oportunidade para explorar diferentes aspectos moleculares, celulares e fisiológicos da atrofia muscular. A OSU possui grande experiência na caquexia do câncer, especialmente analisando os mecanismos pelos quais o fator transcricional NF-KB regula a diferenciação muscular, utilizando diferentes modelos experimentais in vitro e in vivo para estudos funcionais. Esses estudos podem ser complementados com a experiência da UNESP em caquexia cardíaca, microRNAs, transcriptômica e análises de bioinformática. O objetivo de pesquisa em colaboração Brasil-EUA é aprimorar a pesquisa em caquexia do câncer em ambos os países. Essa meta será alcançada pela troca de conhecimentos e no desenvolvimento de projetos de pesquisa integrando os conhecimentos dos grupos de ambos os países. As metas em curto prazo incluem publicação de artigos científicos e a obtenção de financiamentos à pesquisa e para treinamentos de alunos e pesquisadores. As metas em longo prazo incluem não apenas a identificação e mecanismos pelos quais os genes regulam a atrofia muscular, mas também utilizar essa informação para que possam ser identificados novos alvos de drogas para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas nessa condição. (AU)
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