| Processo: | 13/50904-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Acordo de Cooperação: | University of Southampton |
| Pesquisador responsável: | Tiago Bosisio Quental |
| Beneficiário: | Tiago Bosisio Quental |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Thomas Harold George Ezrad |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Southampton , Inglaterra |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 12/04072-3 - O papel das taxas de extinção e especiação e o efeito dos diferentes níveis de organização biológica na origem e manutenção da biodiversidade, AP.JP |
| Assunto(s): | Biodiversidade Congressos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ecologia |
Resumo
Será que existe um limite na biodiversidade do nosso planeta? A ideia de um limite na diversidade de espécies parece razoável uma vez que o planeta é um objeto finito. Portanto parece razoável supor que tal limite de biodiversidade exista nos diferentes biomas do nosso planeta. Se um limite de fato existe poderíamos nos perguntar quais são os fatores ambientais, ecológicos e biológicos responsáveis em determinar tal limite. Biólogos de população se referem a um limite desta natureza com "capacidade suporte de indivíduos". Os mecanismos responsáveis por esse controle são geralmente considerados mecanismos dependentes de densidade onde perturbações ambientais (e.g. abióticas) geram somente flutuações ao redor de um padrão determinístico. O uso de teorias ecológicas por parte de paleo-biólogos já tem uma longa história, porém a simples reinterpretação de processos ecológicos em uma escala de tempo geológica pode ser problemática, dada a mudanças ambientais e ecológicas que devem ocorrer em escalas de tempo da ordem de milhões de anos. No registro fóssil os processos não devem ser primordialmente denso-dependentes uma vez que a "capacidade suporte" não é fixa. Dr. Tiago Quental e Dr. Thomas Ezard irão iniciar uma nova colaboração e propor dois workshops, a fim de discutir questões fundamentais para o entendimento do controle da biodiversidade. Ambos workshops terão participação de pesquisadores das University of Southampton e Universidade de São Paulo, porém também serão abertos para pesquisadores de outras instituições. (AU)
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