| Processo: | 14/02788-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Fernanda Calheta Vieira Portaro |
| Beneficiário: | Cristiane Castilho Fernandes da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biotecnologia Angiogênese Polipeptídeos Membrana basal Venenos de serpentes Bothrops Fibrinogênio Cininogênios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiogenese | Biotecnologia |
Resumo O processo de angiogênese, a geração de novos vasos sanguíneos a partir de uma rede pré-existente de capilares, requer a degradação da membrana basal por células endoteliais, a migração e proliferação das mesmas em resposta a um balanço positivo entre fatores pró- e anti-angiogênicos. Organismos adultos costumam ter a angiogênese suprimida em condições normais; podendo ativá-la: de forma transitória em condições fisiológicas específicas como o ciclo menstrual feminino e reparação de tecidos; de forma permanente em condições patológicas como nas artrites reumáticas e variados tipos de câncer metastáticos. Nos últimos anos os esforços para identificação de moduladores desse processo têm revelado que fragmentos críticos (i.e. Tunstatina e Endostatina) gerados pela proteólise de moléculas constituintes da membrana basal (i.e. colágeno IV e XVIII) podem apresentar efeitos anti e/ou pró-angiogênico ausentes da molécula de origem. Nesse contexto, o presente projeto pretende explorar a ação bem conhecida das enzimas proteolíticas dos venenos de serpentes do gênero Bothrops sobre componentes do plasma sanguíneo que extravasam para o espaço periendotelial devido a alteração de permeabilidade celular em eventos inflamatórios, como ferramenta para geração de novos moduladores de migração, proliferação e adesão de células endoteliais. Assim, utilizaremos enzimas proteolíticas classificadas como metaloproteases purificadas a partir do veneno de B. jararaca e estudadas em rotina em nosso laboratório, na digestão de dois substratos que são componentes estruturais da MB e do plasma sanguíneo: cininogênio e fibrinogênio. Os polipeptídeos resultantes serão fracionados em gel e recuperados para os seguintes procedimentos: ensaios celulares de migração, proliferação, adesão e efeito sobre atividades enzimáticas específicas. (AU) | |
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