| Processo: | 14/20176-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Vadim Viviani |
| Beneficiário: | Danilo Trabuco do Amaral |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/20734-0 - Sequenciamento e montagem do genoma de Phrixotrhix hirtus (Phengodidae: Coleoptera), BE.EP.PD 15/25051-2 - Perfil transcricional de Orfelia fultoni (Diptera: Keroplatidae): investigando genes e rotas envolvidas com a bioluminescência em Diptera, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Transcriptoma Bioluminescência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bioluminescência | elateroidea | luciferase | Transcriptoma | Bioluminescência |
Resumo A bioluminescência, em coleópteros, é encontrada principalmente na superfamília Elateroidea. Apesar da bioquímica do sistema bioluminescente e a morfologia das lanternas de lampirídeos serem bem estudadas, a origem e evolução das lanternas em diferentes famílias não é bem compreendida. Além disto, a origem biossintética da luciferina, um composto benzotiazólico o qual é substrato para a reação de bioluminescência, permanece pouco conhecida. Foi demonstrado que o corpo gorduroso de larvas de Aspisoma lineatum (Lampyridae) produz baixo nível de bioluminescência, sugerindo que o tecido fotogênico se originou a partir do corpo gorduroso, e que as lanternas originaram-se posteriormente por pressão de seleção para a especialização de um órgão emissor de luz. Dessa maneira, este trabalho visa o estudo comparativo dos transcriptomas das lanternas e do corpo gorduroso de larvas e adultos de A. lineatum e de outros Elateroidea bioluminescentes, possibilitando observar o que diferencia os tecidos fotogênicos dos não fotogênicos em termos de fisiologia molecular. Tais resultados auxiliariam na melhor compreensão da origem ontogênica e evolução molecular das lanternas nas diferentes famílias de besouros bioluminescentes, e na identificação de potenciais alvos envolvidos com a biossíntese da luciferina e com o controle da bioluminescência. (AU) | |
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