| Processo: | 14/25692-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica |
| Pesquisador responsável: | Léa Assed Bezerra da Silva |
| Beneficiário: | Léa Assed Bezerra da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Alexandra Mussolino de Queiroz ; Andiara de Rossi ; Paulo Nelson Filho ; Raquel Assed Bezerra da Silva |
| Assunto(s): | Diferenciação celular Pulpotomia Polpa dentária Reparação alveolar Biomateriais Dente decíduo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomaterial | dentes decíduos | diferenciação celular | polpa dentária | pulpotomia | Reparo | Clínica Odontológica |
Resumo
O avanço no desenvolvimento de materiais para terapia conservadora do tecido pulpar tem permitido preservar a vitalidade do tecido e promover o reparo do tecido remanescente por meio da neoformação de tecido mineralizado. A Biodentine" e o MTA são materiais odontológicos utilizados com a finalidade de proteger o remanescente pulpar, porém os mecanismos por meio dos quais a biomineralização é induzida por estes materiais são pouco compreendidos. Assim, novos estudos devem ser realizados tanto in vitro como in vivo para aprofundar o conhecimento deste importante processo de reparo biológico e das vias de sinalização e moléculas envolvidas no processo. Para isso, serão utilizados modelos in vitro em cultura de células da polpa dentária de humanos e in vivo no tecido subcutâneo de camundongos e em dentes de cães com o objetivo de dissecar possíveis mecanismos de inflamação e reparo. Simultaneamente, pretendemos avaliar, em um estudo clínico randomizado, se os materiais que apresentam resultados histológicos satisfatórios poderiam ser indicados para pulpotomia em dentes decíduos de humanos. Finalmente, em modelo animal, avaliaremos se a deposição de tecido mineralizado induzida por células da polpa dentária poderia ser mimetizada pelas células do ligamento periodontal para estimular o reparo após perfuração de furca, que ainda representa uma situação clínica de difícil tratamento. (AU)
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