| Processo: | 15/02098-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Tiago Góss dos Santos |
| Beneficiário: | Tiago Góss dos Santos |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Claudia Oliveira Carreira Nishiyama ; Mari Cleide Sogayar ; Marilene Hohmuth Lopes ; Ricardo Castilho Garcez ; Vilma Regina Martins |
| Assunto(s): | Oncologia Biologia do desenvolvimento Príons Fosfoproteínas Angiogênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiogenese | Biologia do Desenvolvimento | Prion protein | Stress Inducible Protein 1 | Tumores Sólidos | Oncologia |
Resumo
A proteína STI1 é um co-chaperonina que, juntamente com as proteínas de choque térmico Hsp90 e 70 formam um complexo proteico que auxilia no correto dobramento de uma série de proteínas clientes. STI1 pode ser secretada associada a vesículas endossomais e, uma vez no espaço extracelular, pode interagir com a proteína príon (PrPC) e desencadear diversos efeitos tróficos como proliferação, proteção contra morte celular, diferenciação e migração celular. Tais fenômenos foram observados em situações fisiológicas (desenvolvimento e plasticidade do sistema nervoso) e patológicas (câncer e isquemia cerebral). A deficiência de STI1 é letal, promovendo a morte de embriões de camundongos após o período de implantação. A haploinsuficiência (animais STI1+/-) está associada com uma maior vulnerabilidade a isquemia experimental. A secreção de STI1 (desencadeada pela hipóxia) promove sua interação com PrPC deflagrando sinais que estimulam a angiogênese e este fenômeno está associado ao mecanismo de recuperação pós-isquemia cerebral. Em conjunto, esses achados sugerem um envolvimento do complexo STI1-PrP com os mecanismos que governam a formação de vasos sanguíneos. Portanto, este projeto tem como objetivo estudar os processos envolvidos na angiogênese em duas situações: 1- durante o desenvolvimento de camundongo, associando à biologia de precursores vasculares; 2- em tumores cerebrais, onde a angiogênese representa um fenômeno fundamental para o crescimento e manutenção do tumor. Os achados deste trabalho contribuirão para um melhor entendimento das funções de STI1 e de seu receptor PrPC nos processos associados a angiogênese e, consequentemente, poderão ser utilizados para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para patologias humanas. (AU)
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