| Processo: | 15/13800-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz |
| Beneficiário: | Cláudia Lúcia de Moraes Forjaz |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Celso Ricardo Fernandes de Carvalho ; Edilamar Menezes de Oliveira ; Nelson Wolosker ; Patricia Chakur Brum |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Inflamação Doença arterial periférica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biodisponibilidade de óxido nítrico | disfunção autonômica | Doença arterial periférica | Estresse oxidativo | Inflamação | Treinamento Aeróbico | Fisiopatologia do Exercício |
Resumo
Pacientes com claudicação intermitente (CI) apresentam importante limitação de marcha e risco cardiovascular aumentado. Estas duas repercussões da doença podem estar, pelo menos em parte, relacionadas aos processos de disfunção autonômica, estresse oxidativo, inflamação e redução da biodisponibilidade de óxido nítrico (NO) presentes nesses pacientes. O treinamento de caminhada (TC) aumenta a capacidade de marcha e pode reduzir o risco cardiovascular na CI, sendo que alguns estudos sugerem efeitos benéficos desse treinamento nos processos citados anteriormente. Porém, os resultados nesse sentido, além de escassos e controversos, limitam-se a avaliações realizadas no sangue, que copilam as respostas do local diretamente afetado pela doença (membro inferior), no qual ocorre isquemia e reperfusão após cada sessão de caminhada, com as respostas sistêmicas geradas pelo exercício nas artérias não afetadas, não permitindo avaliar a resposta específica da musculatura, nem ponderar a interação desses dois processos. Num estudo anterior (FAPESP) elaboramos um protocolo de treinamento de caminhada para estes pacientes que aumentou a capacidade de marcha e melhorou a regulação e função cardiovasculares. O presente projeto pretende complementar o anterior, verificando o efeito agudo e crônico da caminhada nas respostas de estresse oxidativo, inflamação e biodisponibilidade de NO medidas no músculo e no sangue em repouso e em resposta a um exercício máximo em indivíduos com CI. Serão estudados 30 pacientes divididos aleatoriamente em 2 grupos: TC (2 sessões/sem, 15 séries de 2 min de caminhada e 2 min de repouso) e controle (2 sessões/sem, 30 min, alongamento). No início e após 12 semanas, todos realizarão um teste máximo de caminhada (protocolo de Gardner), e antes e após o teste, serão medidos: i) fluxo sanguíneo e resposta vasodilatadora, ii) regulação autonômica cardiovascular; e iii) marcadores inflamatórios, marcadores de estresse oxidativo e biodisponibilidade do NO no sangue e no músculo afetado pela obstrução. (AU)
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