| Processo: | 15/22010-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Mônica de Toledo-Piza Ragazzo |
| Beneficiário: | João Paulo Capretz Batista da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/10191-9 - Anatomia comparada do esqueleto apendicular em espécimes de Elopomorpha restritos a instituições estrangeiras., BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Anatomia comparada Morfologia animal Teleostei |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anatomia comparada | Elopomorpha | Esqueleto apendicular | Morfologia | Teleostei | Anatomia Comparada |
Resumo Desde o seu surgimento no Devoniano, os Teleostei irradiaram com sucesso para vários ambientes aquáticos, incluindo os rios de água doce e em alguns casos específicos até ambientes terrestres proximamente associadas ao meio aquático. Os teleósteos exibem uma variedade de formas corporais e uma diversidade enorme de formatos de nadadeiras. A maioria dos representantes do grupo apresentam dois conjuntos de nadadeiras pares, e três nadadeiras impares. Estas estruturas desempenham um papel importante no comportamento natatório desses peixes, sendo cruciais para a sua sobrevivência. Os Teleostei apresentam uma porção endoesquelética da cintura peitoral reduzida vinculada a uma estrutura esquelética dérmica. A porção distal das nadadeiras pares é sustentada por raios dérmicos ósseos (lepidotríquia). As radiais peitorais incluem primitivamente nos Teleostei um propterígio sendo o metapterígio secundariamente perdido no grupo. A cintura pélvica compreende uma placa triangular na qual se articulam radiais proximais curtas. Dada a grande diversidade de formas encontradas para as nadadeiras pares em Teleostei, uma análise anatômica criteriosa baseada nas estruturas esqueléticas destas é necessária para entendermos melhor sua enorme variação. Dessa maneira, o presente projeto visa descrever e ilustrar a estrutura esquelética das nadadeiras pares e cinturas com foco em Elopomorpha, compreendendo desde formas com as nadadeiras pares apresentando padrão primitivo dentre os Teleostei até representantes com redução e perda de nadadeiras, e ao mesmo tempo em grupos chave ao longo da filogenia de Teleostei. Esse trabalho anatômico monográfico detalhado permitirá ampliar e atualizar a morfologia esquelética destas estruturas em um contexto comparativo e ajudar a entender modificações significativas (i.e. íntima relação entre as nadadeiras peitoral e pélvica, redução ou perda das nadadeiras pélvicas) observadas em representantes mais derivados. (AU) | |
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