| Processo: | 16/10928-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos |
| Pesquisador responsável: | Carlos Alberto de Souza Costa |
| Beneficiário: | Carla Caroline de Oliveira Duque |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Toxicidade Clareamento de dente Biologia celular Odontoblastos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | clareamento dental | Odontoblastos | Toxicidade | Biologia Celular |
Resumo Tem sido demonstrado que a intensidade dos efeitos adversos das técnicas de clareamento dental sobre o complexo dentino-pulpar está diretamente relacionada à concentração de peróxido de hidrogênio (H2O2) residual capaz de se difundir pelo esmalte e dentina para atingir a câmara pulpar. Dessa forma, o objetivo do presente estudo será desenvolver produtos clareadores inovadores que possam minimizar a difusão trans-amelodentinária de H2O2 residual, de forma a reduzir os efeitos adversos do clareamento dental sobre a polpa e aumentar a eficácia clareadora da terapia. Este processo será baseado no emprego de uma peroxidase-hêmica como agente catalizador da degradação do H2O2 em espécies reativas derivadas do oxigênio (EROs). Dois produtos distintos serão inicialmente formulados: 1) espessante catalisador (EP), o qual será misturado à fase H2O2 para formulação de um gel clareador; e 2) primer catalisador (PR), o qual será aplicado sobre a estrutura dental antes do clareamento com o objetivo de catalisar o produto clareador aplicado sobre o mesmo. Serão testadas 3 concentrações da peroxidase e duas concentrações de H2O2, sendo realizada análise da formação de bolhas e deposição de subprodutos, estabilidade do pH e quantificação do H2O2 residual (Fase 1). Em seguida (Fase 2), será realizada análise dos efeitos estéticos e biológicos dos produtos formulados, os quais serão selecionados a partir das análises realizadas na Fase 1. Para tanto, discos de esmalte/dentina (3,5 mm espessura) serão adaptados em câmaras pulpares artificiais (CPAs), as quais serão posicionadas em compartimentos contendo meio de cultura. Os produtos serão aplicados sobre o esmalte dental por 45 min. Imediatamente após, o meio de cultura em contato com a dentina (extrato) será coletado e aplicado sobre cultura primária de células pulpares humanas (HDPCs) previamente semeadas em placas de acrílico esterilizadas. A viabilidade celular e o estresse oxidativo serão mensurados após 60 min de contato com os extratos. A difusão H2O2 pela estrutura dental, bem como a eficácia clareadora serão avaliadas. De acordo com os resultados obtidos, uma formulação para cada produto (EP e PR) será selecionada para determinação do protocolo de aplicação ideal de acordo com a espessura de esmalte/dentina do substrato dental (Fase 3). Assim, discos com espessuras de 2,3 mm e 4,0 mm, representando dentes incisivos e pré-molares permanentes, respectivamente, serão obtidos. Sobre o esmalte destes discos os produtos selecionados serão aplicados por 1x 45, 1x30, 1x10 e 1x5 min. Os mesmos parâmetros estéticos e biológicos serão avaliados. Os dados numéricos obtidos através da aplicação dos protocolos laboratoriais serão submetidos à análise estatística específica. | |
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