| Processo: | 16/17521-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Magalhães Rego |
| Beneficiário: | Mariane Cristina Do Nascimento |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leucemia mieloide aguda Medula óssea Hematologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células mesenquimais | leucemia mielóide aguda | Medula Óssea | Hematologia |
Resumo A MO possui microambiente essencial para a manutenção das propriedades de autorrenovação e diferenciação das HSCs e dos progenitores diferenciados. Um dos componentes desse microambiente são as MSCs, estas compõem o estroma medular, se destacando em relevância na hemotopoiese normal e na regulação imunológica. A literatura descreveu três populações distintas de HSCs no cocultivo com as MSCs: as células sobrenadantes (Fração A), as células aderentes à superfície das MSCs (Fração B) e as células que se localizavam abaixo da camada de MSCs (Fração C). Também foi visto que as MSCs realizam transferência de ROS através de gap junctions para as HSCs de indivíduos saudáveis. O ROS nas HSCs está associado ao aumento na sua mobilização e motilidade. A produção de ROS foi associada à taxa de recidiva de doença em pacientes com LMA, sugerindo ser um importante fator prognóstico. Descreveu-se ainda que mutações no gene Ras associadas à ativação constitutiva da proteína aumentam a ativação de NOX2 e, consequentemente, a produção de ROS em células CD34+ contribuindo para o fenótipo leucêmico. Observou-se da mesma forma a produção de PGE2 pela COX2 das MSCs, quando secretada no meio extracelular contíguo ás HSCs, estas reduzem os níveis intracelulares de ROS. Nossa tese, é que as MSC possam favorecer a sobrevivência das células malignas através da diminuição dos danos celulares e/ou indução de quiescência e/ou diminuição da apoptose induzidos por ROS. (AU) | |
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