| Processo: | 17/05687-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Niels Olsen Saraiva Câmara |
| Beneficiário: | Guilherme José Bottura de Barros |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/02270-2 - Novos mecanismos celulares, moleculares e imunológicos das lesões renais agudas e crônicas: busca por novas estratégias terapêuticas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Cisplatino Peixe-zebra Microbiota Lesão renal aguda Rim Macrófagos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cisplatina | lesão renal aguda | Macrófagos | Microbiota | Rim | Zebrafish | Lesão Renal |
Resumo Os rins são os órgãos responsáveis por gerir um conjunto de tarefas fisiológicas que mantém a homeostase do organismo, tais como a remoção de metabólitos tóxicos do sangue, produção de hormônios e a regulação do balanço de eletrólitos. As lesões renais são responsáveis por um número elevado de mortes em hospitais e são decorrentes de diversas fontes, que dependendo da gravidade podem levar a uma rápida perda das funções do órgão em horas ou dias, causando o que se conhece como lesão renal aguda (LRA). Durante o processo de lesão, o sistema imune atua de forma, muitas vezes, prejudicial ao órgão. Devido à morte de células renais e a liberação de sinais inflamatórios, células do sistema imune, como monócitos e neutrófilos são recrutadas gerando um infiltrado celular capaz de agravar a lesão, acelerando assim a perda de função. Uma das principais células envolvidas nesse processo são os macrófagos, que participam na primeira fase da doença diferenciados em seu perfil M1, classicamente descritos como pró-inflamatórios, e também durante a fase de reparo do tecido, diferenciados em M2 ajudando no reparo tecidual. Por outro lado, a literatura já demonstrou que produtos oriundos do metabolismo de bactérias pertencentes à microbiota intestinal são capazes de modular a resposta imunológica em um processo de LRA, porém a influência desses produtos e, mesmo da microbiota, na função, migração e diferenciação dos macrófagos na LRA ainda não foi bem descrita. Nos últimos anos a utilização do zebrafish como modelo de estudo ganhou importância devido à capacidade de regeneração renal, possibilitando um maior aprofundamento sobre os mecanismos de recuperação tecidual e resolução da lesão. Por tanto, a hipótese do nosso projeto é que a microbiota influencia a função/migração de macrófagos durante o processo de reparo da LRA no zebrafish adulto. Para responder a esta hipótese, nós trabalharemos com um modelo de lesão renal induzida por cisplatina e caracterizaremos os macrófagos a partir de imagens por imunohistoquímica e imunofluorescência e marcadores inflamatórios e anti-inflamatórios. Esperamos demonstrar que o zebrafish é um modelo acessível para estudar LRA e caracterizar os subtipos de macrófagos que são deletérios na lesão renal. (AU) | |
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