| Processo: | 17/06475-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 11 de março de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Antonio Carlos Boschiero |
| Beneficiário: | Mirian Ayumi Kurauti |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/12611-0 - Mecanismos moleculares envolvidos na disfunção e morte de células beta pancreáticas no Diabetes mellitus: estratégias para a inibição desses processos e para a recuperação da massa insular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Exercício físico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amilina | Amilóide pancreático | exercício físico | Rosiglitazona | Pâncreas endócrino |
Resumo Agonistas de PPAR³ são amplamente utilizados no tratamento de DM2, pois aumentam a sensibilidade à insulina. Sabe-se que, nas ilhotas pancreáticas, o PPAR³ modula a secreção de insulina, o estresse oxidativo, o estresse de retículo e também a formação de amiloide. A IDE (insulin-degrading enzyme) é a principal responsável pela degradação de IAPP (islet amyloid polypeptide) e, dessa forma, atua na redução da formação de amiloide. Como o PPAR³ induz a expressão de IDE no tecido neuronal e hepático, inicialmente hipotetizamos que o PPAR³ seja capaz de modular a expressão de IDE em ilhotas e células ² pancreáticas, e que esta enzima possa mediar alguns dos efeitos benéficos do PPAR³ nesse tecido. Além disso, o exercício físico, recomendado para pacientes com DM2, modula a expressão de PPAR³ em diversos tecidos. Portanto, nossa segunda hipótese é que o treinamento físico seja capaz de interferir na expressão de PPAR³ nas ilhotas pancreáticas, possivelmente, alterando a expressão de IDE neste modelo. Para testar nossa hipótese inicial, ilhotas pancreáticas de camundongos C57BL6 e células ² da linhagem INS1E, serão distribuídas nos seguintes grupos: um grupo controle (CTL) e um grupo tratado com rosiglitazona, um agonista de PPAR³ (RZG). Após o tratamento, será avaliada a expressão de IDE nessas ilhotas. Confirmado a modulação de PPAR³ sobre a expressão de IDE, estudaremos se a IDE medeia alguns efeitos do PPAR³ e, para isso, utilizando os mesmos tecidos, formaremos os seguintes grupos: CTL, RZG e um grupo tratado com rosiglitazona mais ML345, um inibidor da IDE (RZG+ML). Será avaliado: secreção de insulina, sobrevivência das células insulares, degradação de IAPP e, formação de amiloide. Para averiguar se o exercício físico controla a expressão do PPAR³, camundongos serão distribuídos em dois grupos: controle (CTL) e treinado em esteira por 2 meses (TRE). Após esse período, todos os camundongos serão eutanasiados para o isolamento das ilhotas pancreáticas através da digestão do pâncreas com colagenase. Essas ilhotas serão distribuídas nos seguintes grupos: controle (CTL), treinado (TRE) e treinado tratado com GW9662, um antagonista de PPAR³ (TRE+GW). Serão avaliados a secreção de insulina, sobrevivência das células insulares, degradação de IAPP, formação de amiloide e expressão gênica (Real-time RT-PCR) e proteica (Western blot) de PPAR³ e IDE (AU) | |
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