| Processo: | 17/21688-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Maurício Lacerda Nogueira |
| Beneficiário: | Marcos Tayar Augusto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/21719-3 - Estudo epidemiológico da dengue (sorotipos 1 a 4) em coorte prospectiva de São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil, durante 2014 a 2018, AP.TEM |
| Assunto(s): | Antropometria Vírus Zika Microcefalia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antropometria | Microcefalia | perímetro cefálico | Zika vírus | Infectologia/Virologia |
Resumo O perímetro cefálico, circunferência fronto-occipital de maior comprimento possível, representa o crescimento do sistema nervoso central, podendo variar conforme idade gestacional, sexo e peso do recém-nascido. Quando o perímetro cefálico está reduzido ocorre a microcefalia, que é uma malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. É caracterizada por um perímetro cefálico inferior ao valor do percentil 3 esperado para a idade gestacional e sexo e, dependendo de sua etiologia, pode ser associada a malformações estruturais do cérebro. A maioria dos casos de microcefalia é acompanhada de alterações motoras e cognitivas que variam de acordo com o grau de acometimento cerebral. Em geral, as crianças apresentam atraso no desenvolvimento neuropsicomotor com comprometimento motor e cognitivo relevante e, em alguns casos, as funções sensitivas (audição e visão) também são afetadas. No Brasil, a partir de setembro de 2015, houve um aumento súbito nos casos de microcefalia, decorrente do início da circulação de Zika vírus (ZIKV) no país, uma infecção que provoca uma doença benigna, mas que, por causa de sua interferência na gestação, vem se tornando um problema de saúde pública. O presente estudo pretende analisar o perímetro cefálico de recém-nascidos vivos que nasceram no Hospital da Criança e da Maternidade de São José do Rio preto no ano de 2016, verificando os fatores que podem influenciar no perímetro cefálico e comparando os valores obtidos não só com parâmetros mundiais, mas também com resultados da mesma população em período prévio à circulação de ZIKV na região. | |
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