| Processo: | 16/15021-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Acordo de Cooperação: | CNPq - PPSUS |
| Pesquisador responsável: | Maurício Lacerda Nogueira |
| Beneficiário: | Maurício Lacerda Nogueira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Pesquisadores associados: | Cinara de Cássia Brandão ; Denise Cristina Mós Vaz Oliani ; Eliana Márcia Sotello Cabrera ; Luiz Carlos de Mattos |
| Assunto(s): | Gravidez Virologia Vírus Zika Microcefalia Epidemias Estudos de coortes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estudo de coorte | gravidez | Zika | Virologia |
Resumo
A crescente epidemia de infecção do vírus Zika no Brasil representa um dos mais importantes desafios da ciência brasileira contemporânea. Os primeiros casos de microcefalia potencialmente associada a este vírus foram relatados no nordeste brasileiro. Entre agosto e outubro de 2015 dezenas de casos de microcefalia e anormalidade oftalmológicas foram observados em recém-nascidos e testes laboratoriais realizados em suas amostras de sangue e tecidos bem como de suas respectivas mães demonstraram a presença do vírus Zika. Neste contexto, presume-se que o estado de São Paulo e especialmente suas regiões com grande infestação do mosquito Aedes aegypti (por exemplo, a região de São José do Rio Preto, no noroeste paulista) não se encontram isentas dos riscos de transmissão do vírus Zika e das potenciais complicações clínicas resultantes da infecção por este arbovírus. Desta forma o objetivo deste trabalho é desenvolver uma coorte prospectiva (já em andamento) de gestantes infectadas com o objetivo de avaliar os aspetos clínicos, virológicos e epidemiológicos da infecção por Zika. Em especial propomos: i)verificar a incidência de desfechos graves (como microcefalia) em gestantes comprovadamente infectadas pelo vírus Zika e sua relação com os períodos de infecção; ii) verificar a incidência de desfechos leves (lesões clinicamente não aparentes) através de métodos de imagem em crianças provenientes de mães infectadas pelo vírus Zika; iii) Verificar a incidência de infecção congênita em fetos provenientes de mães com infecção comprovada pelo vírus Zika, através de PCR em sangue de cordão, urina e/ou sorologia no feto; iv) Verificar o risco relativo e absoluto de desfechos leves, graves e virológicos em mães comprovadamente infectadas pelo vírus Zika; v)Em colaboração com outros estudos, verificar fatores de risco para desfechos, como virológicos, imunológicos ou epidemiológicos. Os estudos resultantes deste trabalho podem ajudar ao SUS implementar políticas de controle, vigilância, redução de danos e planejamento de saúde. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |