| Processo: | 17/23127-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores |
| Pesquisador responsável: | Mauro Toledo Marrelli |
| Beneficiário: | Ramon Wilk da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Entomologia médica Febre amarela Vírus da febre amarela Mosquitos Culicidae Haemagogus Genômica São Paulo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Febre amarela | genômica de populações | Haemagogus leucocelaenus | SNPs | Entomologia Médica |
Resumo A Febre Amarela (FA) é uma doença infecciosa causada pelo Vírus da Febre Amarela (VFA) e veiculada por mosquitos da família Culicidae. No Brasil e outros países Sul-Americanos, a doença restringiu-se basicamente ao ciclo silvestre, tendo sido registrado em 1928 a última epidemia urbana em território brasileiro associada ao vetor Aedes aegypti. Na região Sul e Sudeste do Brasil a espécie Haemagogus leucocelaenus tem sido incriminada como o principal vetor de Febre Amarela silvestre, uma vez que indivíduos desta espécie têm sido frequentemente encontrados naturalmente infectados pelo VFA em áreas epizoóticas. Atualmente o país vivência seu pior surto de Febre Amarela silvestre das últimas décadas, com diversos registros de epizootias e casos humanos em várias regiões do país, incluindo o estado de São Paulo. A fragmentação da paisagem em função da atividade humana constitui uma das principais causas de perda de biodiversidade, e entre outras, ainda podemos destacar a sua contribuição na alteração nos padrões epidemiológicos de doenças, principalmente, em função de alterações nos níveis de interações, abundância e movimento de hospedeiros, vetores e pessoas. Desse modo, compreender seu efeito em populações de vetores implicados na transmissão de Febre Amarela, a exemplo do Hg. leucocelaenus, pode significar uma melhor compreensão do padrão de circulação do VFA em áreas com histórico de epizootias, auxiliando em medidas de controle mais efetivas. Portanto, o presente projeto objetiva investigar a influência da paisagem sobre a estrutura populacional de mosquitos Hg. leucocelaenus em áreas com histórico de epizootias de Febre Amarela em Primatas Não-Humanos (PNH), localizadas no estado de São Paulo. Para tanto, serão utilizados marcadores de polimorfismo de nucleotídeo único para caracterização populacional do vetor, a partir de áreas com histórico recente e não recente de epizootias em PNH. Para cada local de coleta pretende-se classificar e mensurar métricas da paisagem, que serão utilizadas para investigar possíveis associações com variações genotípicas nas populações do vetor. Espera-se com este estudo a possibilidade de identificar como alterações da paisagem podem influenciar no padrão de estruturação e fluxo gênico em populações de Hg. leucocelaenus, de modo a refletir diretamente no padrão de circulação do vírus da Febre Amarela no ambiente. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |