| Processo: | 17/23213-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Luciana Biagini Lopes |
| Beneficiário: | Giovanna Cassone Salata |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/16617-7 - Sistemas nanoestruturados tópicos para co-localização de agentes quimioterápicos e quimiopreventivos na pele e mama, AP.JP |
| Assunto(s): | Fenretinida Microemulsão Neoplasias mamárias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de mama | Fenretinida | liberação sustentada | microemulsão | nanofarmacos | Nanofármacos |
Resumo O câncer de mama é o segundo tipo de tumor mais incidente no mundo, apresentando alta taxa de mortalidade. Atualmente, medidas de prevenção incluem o controle dos fatores de risco, rastreamento mamográfico, mastectomia preventiva e estratégias farmacológicas quimiopreventivas que, em função dos graves efeitos adversos sistêmicos, implicam em baixa adesão. Estudos demonstram que retinoides são capazes de inibir tumores mamários em animais e humanos por possuir importante papel na regulação do crescimento e diferenciação celular. A Fenretinida é um derivado do ácido retinoico que, por ter capacidade de se acumular no tecido mamário, é considerado promissor para quimioprevenção. Entretanto, além de apresentar efeitos adversos sistêmicos graves, sua elevada lipofilicidade resulta em baixa biodisponibilidade oral. Para contornar essas limitações e possibilitar o uso desse fármaco na quimioprevenção, o presente estudo objetiva o desenvolvimento de sistema nanoestruturado para liberação sustentada no tecido mamário de Fenretinida. Mais especificamente, é proposto o desenvolvimento de uma formulação precursora fluida, economicamente viável, que, por meio da administração subcutânea e absorção de água tecidual, transforme-se em fase hexagonal capaz de sustentar a liberação local do fármaco. Formulações precursoras serão desenvolvidas mediante associação entre monoleína, fosfatidilcolina, propilenoglicol, tricaprilina e água. A relação entre composição e fase formada, cinética de intumescimento e de liberação in vitro serão estudadas a fim de avaliar como a composição afeta as propriedades do sistema. Uma formulação será então selecionada (formulação otimizada) para avaliação da sua formação e capacidade de sustentar a liberação de compostos in vivo. Sua eficácia e seletividade serão avaliadas em modelos 2D e 3D, por meio de estudo da sua influência sobre a viabilidade e proliferação de células tumorais e não transformadas. Com este estudo, visamos contribuir para o desenvolvimento de uma plataforma mais eficaz e bem aceita para a quimioprevenção do câncer de mama. (AU) | |
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Patente(s) depositada(s) como resultado deste projeto de pesquisa
FORMULAÇÃO FARMACÊUTICA E SEU USO BR 10 2019 018500-7 - Universidade de São Paulo (USP). . Luciana Biagini Lopes; Kelly Ishida; Cristina De Castro Spadari; Jenyffer Kelly Rocha De Matos; Giovanna Cassone Salata; Fernanda Walt Mendes Da Silva De Bastiani - 01 de janeiro de 2019
FORMULAÇÃO FARMACÊUTICA E SEU USO BR 10 2019 018501-5 - Universidade de São Paulo (USP). . Kelly Ishida; Luciana Biagini Lopes; Cristina De Castro Spadari; Jenyffer Kelly Rocha De Matos; Giovanna Cassone Salata; Fernanda Walt Mendes Da Silva De Bastiani - 01 de janeiro de 2019