| Processo: | 17/26197-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Beatriz Simonsen Stolf |
| Beneficiário: | Fabia Tomie Tano |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fatores de virulência Leishmaniose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ) amazonensis | Fatores de virulência | (L | L | Promastigota | Proteoma de membrana | Leishmaniose |
Resumo A leishmaniose, complexo de doenças causadas pelo parasito do gênero Leishmania, é endêmica em 98 países e possui incidência anual estimada de mais de 1 milhão de casos. A infecção pode se manifestar de diversas formas clínicas, que são agrupadas em cutânea, mucocutânea e visceral. No Brasil, três espécies dermotrópicas são predominantes, L. (V.) braziliensis, L.(V.) guyanensis e L.(L.) amazonensis. Durante seu ciclo de vida, o parasito se apresenta na forma extracelular promastigota transmitida pelo inseto vetor e amastigota intracelular no hospedeiro vertebrado. Os parasitos expressam diversos fatores de virulência que influenciam em sua sobrevivência e infectividade. Os amastigotas das cepas PH8 e LV79 de L. (L.) amazonensis possuem diferenças na virulência em camundongos e na expressão proteica. In vitro, os promastigotas da cepa PH8 têm maior adesão a macrófagos e maior internalização após um curto período de interação. A análise e comparação de proteomas de Leishmania tem sido primordial para definir as proteínas envolvidas na virulência do parasito. Por isso, este projeto tem como objetivo comparar o proteoma de membrana de promastigotas das cepas PH8 e LV79 e identificar proteínas possivelmente responsáveis pela diferença de fagocitose e infectividade entre elas. Posteriormente, a importância desses fatores de virulência será avaliada por meio de sua superexpressão em promastigotas da cepa LV79, seguida de ensaio de infecção in vitro em macrófagos. (AU) | |
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