| Processo: | 18/05446-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Márcia Regina Cominetti |
| Beneficiário: | Marina Mantellatto Grigoli |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Envelhecimento Idosos Biomarcadores Proteínas ADAM Comprometimento cognitivo leve Demência Doença de Alzheimer |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adam10 | biomarcadores | Demência | Doença de Alzheirmer | Envelhecimento | idoso | Doença de Alzheirmer |
Resumo Nas demências observa-se alteração do funcionamento cerebral e perda progressiva e global das funções cognitivas, interferindo nas atividades sociais e ocupacionais do indivíduo, sendo a demência da doença de Alzheimer (DA) a principal delas. Biomarcadores que possam diagnosticar a DA em suas fases iniciais, preferencialmente em amostras que não requeiram procedimentos altamente invasivos de coleta, são alvo de muitos estudos recentemente e se apresentam com um grande desafio clínico nas demências. A DA está fortemente relacionada à formação, acúmulo e agregação do peptídeo ²-amiloide (²A) nos neurônios. Esta molécula é formada pela clivagem sequencial de ² e ³-secretases, por uma via chamada amiloidogênica. Em contrapartida, a clivagem sequencial por ± e ³-secretase, pela via não amiloidogênica, impede a formação do ²A neuronal, e consequentemente, o surgimento e avanço da DA. A ADAM10 é a principal ±-secretase neuronal e está presente também em plaquetas, células brancas e no liquor. Estudos de nosso e outros grupos apontam que os níveis de ADAM10 em plaquetas de pacientes com DA estão diminuídos em comparação com sujeitos saudáveis. Assim, a ADAM10 é uma forte candidata à biomarcadora sanguínea para a DA. A ADAM10 é uma proteína de membrana do tipo I e somente quando ancorada a ela, possui atividade. Neste sentido, este estudo pretende avaliar os níveis e a atividade da ADAM10 no plasma sanguíneo de sujeitos com demência da DA e comprometimento cognitivo leve (CCL). Resultados anteriores de nosso grupo permitem elaborar a hipótese deste estudo de que os níveis de ADAM10 solúvel e, portanto inativa, no plasma (e liquor) dos sujeitos com CCL e DA estariam aumentados, comparado com os níveis de sujeitos cognitivamente saudáveis. A detecção da ADAM10 inativa no plasma permitiria um avanço diagnóstico para a DA, visto que não haveria a necessidade de coleta e separação de plaquetas. Além disso, este estudo poderá reforçar o conhecimento da atividade biológica da ADAM10, o que poderá trazer grandes avanços na área. | |
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