| Processo: | 18/08589-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 04 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 03 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Ana Maria Moura da Silva |
| Beneficiário: | Luciana Aparecida Freitas de Sousa |
| Supervisor: | Darin Rokyta |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Florida State University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 17/24546-3 - Escalas da biodiversidade: estudos integrados da evolução de serpentes e função do veneno, BP.PD |
| Assunto(s): | Evolução animal Filogenia Serpentes Venenos Venenos de serpentes Bothrops |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Serpentes | Variabilidade | venenos | Evolução e Filogenética |
Resumo A variabilidade na composição do veneno é sugerida como um fator chave na ocupação de diferentes nichos ecológicos pelas serpentes avançadas. No entanto, os mecanismos moleculares subjacentes à variabilidade do veneno de serpentes ainda não são totalmente esclarecidos. Os estudos desses mecanismos fornece pistas importantes para a compreensão dos principais mecanismos de adaptação a diferentes ambientes. O veneno de serpentes do gênero Crotalus norte americanas pode ser caracterizado em tipo I ou II, de acordo com a expressão predominante das metaloproteinases do veneno de serpente (SVMPs) ou fosfolipases A2 (PLA2), respectivamente. Na composição do veneno de Bothrops, as SVMPs são as toxinas majoritárias do veneno na maioria das espécies desse grupo, incluindo Bothrops atrox. No entanto, as PLA2 predominam no veneno de B. jararacussu, uma espécie classificada dentro do mesmo grupo. Assim, nosso objetivo neste projeto é comparar os venenos de serpentes B. atrox e B. jararacussu para elucidar parte dos mecanismos envolvidos nesses fenótipos discordantes. Durante a minha estadia no laboratório do Dr. Rokyta, pretendemos analisar o transcriptoma da glândula de veneno e executar o proteoma de B. atrox e B. jararacussu que apresentam venenos do tipo I e tipo 2, respectivamente. Os dados de transcritos individuais e isoformas de proteínas do veneno serão usados para examinar a extensão da expressão diferencial nesses fenótipos de veneno para estudos futuros dos mecanismos moleculares. (AU) | |
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