| Processo: | 18/16989-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Lepique |
| Beneficiário: | Ana Paula Lepique |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Células mieloides Microambiente tumoral Neoplasias do colo uterino Leucocitose Imunomodulação Imunologia tumoral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer cervical | Células Mielóides | Imunomodulação | leucocitose | microambiente tumoral | Imunologia Tumoral |
Resumo
Respostas imunes determinam a progressão tumoral. Meu laboratório tem estudados a interação entre tumores associados ao Papilomavírus Humano (HPV) e o sistema imune. No microambiente tumoral, que é influenciado por citocinas, metabólitos e outros fatores, células mielóides podem adquirir fenótipo tolerogênico e inibir a atividade de linfócitos T. Tumores também podem apresentar efeitos sistêmicos, como leucocitose. Nós demonstramos previamente que células transformadas por HPV secretam IL-6 e G-CSF e que pacientes com câncer associado ao HPV apresentam aumento do número de células mielóides circulantes. Além disso, nós observamos que nos tumores há correlação negativa entre a frequência de linfócitos T e neutrófilos. In vitro, nós demonstramos que neutrófilos incubados com células tumorais são capazes de inibir a atividade de linfócitos T. Esse resultado corrobora a hipótese de um microambiente tumoral tolerogênico. Interessantemente, nós demonstramos que macrófagos diferenciados a partir de monócitos no microambiente tumoral assumem fenótipo com viés para M2, em parte devido ao lactato secretado pelas células tumorais. Dessa forma, trabalhamos com a premissa de que o microambiente tumoral sinaliza sistemicamente para induzir acúmulo de células mielóides, que são recrutadas pelo mesmo, e assumem fenótipo tolerogênico, facilitando o crescimento tumoral. O projeto aqui proposto tem como objetivo investigar os mecanismos moleculares das interações entre células tumorais e mielóides de doadores saudáveis e com câncer. Nós esperamos identificar oportunidades terapêuticas para pacientes com câncer associado ao HPV, e eventualmente, outros tumores ricos em células mielóides. (AU)
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