| Processo: | 11/20499-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Lepique |
| Beneficiário: | Karla Lucía Alvarez Fernández |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Inflamação Progressão tumoral Antígenos de vírus Resposta imune Neoplasias do colo uterino Infecções por Papillomavirus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apresentação de antígenos | Inflamação | microambiente tumoral | papilomavírus humano | progressão tumoral | Imunologia tumoral |
Resumo Carcinoma do colo uterino é um tipo de câncer muito frequente entre mulheres, principalmente em países em desenvolvimento. O principal fator de risco para a formação destes tumores é infecção persistente por Papilomavírus humano (HPV) de alto risco oncogênico. Apesar dos mecanismos de evasão virais, a maior parte das mulheres infectadas por HPV, mesmo com lesões precurssoras, consegue eliminar o vírus naturalmente. Uma fração das mulheres infectadas, porém, eventualmente desenvolve de lesões de alto grau ou câncer. Dados da literatura indicam que mulheres com câncer apresentam aumento do número de células T reguladoras específicas para antígenos virais. Por outro lado, diversos trabalhos mostram que o infiltrado inflamatório tende a aumentar proporcionalmente ao grau das lesões, embora seu papel não seja conhecido. Este projeto tem como objetivo caracterizar qualitativa e funcionalmente a resposta inflamatória em lesões associadas ao HPV em mulheres, assim como o efeito sistêmico destas lesões sobre populações de células do sistema imune. Para tanto, estamos propondo um estudo prospectivo onde coletaremos coletadas do colo uterino contendo lesões associadas ao HPV em paralelo com uma amostra de sangue da mesma paciente. As amostras coletadas incluirão lesões de baixo ou alto grau e amostras de carcinoma invasivo de mulheres. Nas biópsias serão estudados a quantidade, o tipo e o fenótipo funcional, das células inflamatórias. Nas amostras de sangue estudaremos o fenótipo das células apresentadoras de antígenos e monócitos. As informações geradas serão extremamente relevantes do ponto de vista da história natural da doença, e também do ponto de vista terapêutico, uma vez que interferência nos processos inflamatórios poderá alterar a apresentação de antígenos virais e resposta imune aos mesmos. (AU) | |
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