| Processo: | 19/01248-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental |
| Pesquisador responsável: | Deisy das Graças de Souza |
| Beneficiário: | Alceu Regaço dos Santos |
| Instituição Sede: | Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Equivalência de estímulos Matching to sample Punição Análise do comportamento Relação de equivalência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | classe de equivalência | equivalência de estímulos | Formação | Manutenção | Matching to sample | Punição | Análise do Comportamento |
Resumo Classes de equivalência são definidas como sendo formadas por todos os elementos positivos que participam da contingência. O principal método para estudo deste fenômeno é o Matching to Sample. Utilizando esse modelo, diversos experimentos já verificaram o efeito de diferentes variáveis da tarefa (e dos estímulos utilizados) na formação e na manutenção das classes de equivalência. Entretanto, nenhum estudo buscou analisar o efeito do uso de punição como variável independente. Este estudo tem como objetivo, portanto, analisar o efeito do uso de punição na formação e na manutenção de relações de equivalência. Serão realizados dois experimentos: no Experimento 1, trinta participantes serão divididos em três grupos (em ambos serão ensinadas as relações A1B1C1D1 e A2B2C2D2), o primeiro passará por um treino utilizando apenas reforçamento positivo, o segundo irá passar por um treino utilizando reforçamento positivo e punição, e o terceiro por um treino utilizando apenas punição. Após a formação, serão testadas as relações BD/DB, os estímulos D serão avaliados utilizando o Diferencial Semântico e os participantes passarão por um teste no IRAP para verificar a força das relações. Estas etapas serão repetidas, para todos os sujeitos de todos os grupos, entre 30 e 35 dias depois da formação das classes para avaliar a manutenção. | |
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