| Processo: | 19/02305-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Luciana Cezar de Cerqueira Leite |
| Beneficiário: | Lázaro Moreira Marques Neto |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/24832-6 - Desenvolvimento de vacinas baseadas em BCG recombinante: Tuberculose, Pertussis, Pneumococo e Schistosoma, AP.TEM |
| Assunto(s): | Tuberculose Vacinas contra a tuberculose Vacina BCG BCG recombinante Biotecnologia Transcriptômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bcg | Tuberculose | Vacinas | Biotecnologia |
Resumo O desenvolvimento de uma vacina efetiva para tuberculose e sua progressão em direção aos ensaios clínicos exigirá um maior conhecimento acerca dos mecanismos efetores de indução de resposta imune. Atualmente, existem várias estratégias em desenvolvimento para TB, mas a falta de biomarcadores de proteção tem sido um fator limitante. Um enorme esforço tem sido dedicado ao estudo dos mecanismos imunológicos da infecção por TB, visando estabelecer biomarcadores a serem usados em diagnóstico, tratamento e prevenção. Técnicas de alta performance como a transcriptômica permitem analisar milhares de variáveis ao mesmo tempo. A vacinologia sistêmica alia a medida de múltiplos parâmetros com a análise em redes de interação e modelagem preditiva para identificar assinaturas gênicas de correlatos de proteção. Na área de tuberculose, os estudos em biologia de sistemas têm se concentrado nos fatores do hospedeiro induzidos durante a infecção com TB latente e ativo capazes de controlar a infecção com M. tuberculosis para subsidiar o desenvolvimento de novas vacinas7 uma vez que a única vacina em uso atualmente, o BCG, oferece proteção parcial. Além disso, a grande maioria das vacinas em desenvolvimento ofereceram um certo incremento de proteção em modelos animais, mas não permitem vislumbrar proteção em humanos com segurança. A única vacina que chegou a ensaios clínicos de fase III, não demonstrou efeito protetor em humanos8. Uma vez que obtivemos uma cepa de BCG recombinante expressando um derivado não tóxico da toxina lábil de E.coli, LTK63, ou a subunidade A desta toxina atuando como adjuvante, com níveis mais elevados de proteção do que o BCG em modelos animais de desafio 9, acreditamos que estas cepas podem servir de modelo para a definição de correlatos de proteção e identificação de assinaturas gênicas como biomarcadores através da biologia de sistemas. | |
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