| Processo: | 19/03024-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Carina Mucciolo Melo |
| Beneficiário: | Carina Mucciolo Melo |
| Instituição Sede: | Centro Universitário FMABC (FMABC). Santo André , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santo André |
| Pesquisadores associados: | Maria Aparecida da Silva Pinhal |
| Assunto(s): | Antioxidantes Proteoglicanas Dislipidemias Células endoteliais Lipase lipoproteica Heparitina sulfato Glicosaminoglicanos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antioxidantes | células endoteliais | dislipidemia | heparam sulfato | Lipase Lipoproteica | Proteoglicanos | glicosaminoglicanos |
Resumo
O desequilíbrio dos níveis de lipídeos séricos é um fator de risco para doenças cardiovasculares e cerebrovasculares. Estudos mostraram que a suplementação com 500mg/dia de vitamina C pode melhorar a a dislipidemia em adultos e crianças, porém os dados ainda são controversos. A melhora da dislipidemia pode estar relacionado ao aumento de sindecam-1 na superfície do endotélio, visto que o tratamento com este antioxidante pode alterar a degradação deste proteoglicano de heparam sulfato. Nos mamíferos, foram descritos quatro membros na família dos sindecans, o sindecam-1 parece estar relacionado a interação das lipoproteínas com a lipase lipoproteica (LPL) e o endotélio. A LPL é uma enzima multifuncional que participa do transporte de lipídeos, tendo como função a hidrólise do triacilglicerol contido nas lipoproteínas quilomícron e very-low density lipoprotein (VLDL). Pelo motivos apresentados, temos o interesse em analisar se a utilização de antioxidantes diminui o shedding de sindecam-1 de células endoteliais e consequentemente altera a interação da LPL com os vasos sanguíneos. Os ensaios serão realizados utilizando linhagem celular de células endoteliais, bem como modelo in vivo utilizando zebrafish. O metabolismo e transporte de lipídeos do zebrafish é similar ao que é visto em humanos, sendo que as enzimas e apoproteínas envolvidas são conservadas. A vantagem deste modelo animal é que o acasalamento gera centenas de embriões, o que permite o uso de maior número de amostra, substâncias podem ser administradas na água de nado e ensaios com microscopia confocal pode ser realizadas nos embriões íntegros e vivos, o que permite a obtenção de imagens do transporte de lipídeos em tempo real. (AU)
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