| Processo: | 19/03384-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental |
| Pesquisador responsável: | Andréia Schmidt |
| Beneficiário: | Vítor Pansarim |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Psicobiologia Labirinto aquático de Morris Aprendizagem espacial Estresse em animal Contenção animal Ratos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aprendizagem Espacial | estresse crônico por contenção | Labirinto aquático de Morris | Ratos | Psicobiologia |
Resumo A exposição a estressores de forma crônica tem sido utilizada como modelo animal para estudo da depressão, uma vez que se mostrou capaz de provocar anedonia. Além disto, o estresse crônico tem se mostrado eficaz em alterar o desempenho de ratos em tarefas de aquisição e retenção. A maioria das pesquisas que utilizaram um estresse crônico com duração de 21 dias ou mais observaram um prejuízo no desempenho dos animais. Entretanto, algumas pesquisas que expuseram ratos a períodos reduzidos de estresse crônico encontraram uma melhora no desempenho. Embora a maioria das pesquisas tenha utilizado machos, há estudos que demonstram que o estresse crônico pode ter efeitos distintos sobre o desempenho de machos e fêmeas. O presente estudo tem o objetivo de investigar o efeito da duração do estresse crônico por contenção (CRS) sobre o desempenho de ratos machos e fêmeas em uma tarefa de aprendizagem espacial. Serão utilizados 48 ratos Sprague-Dawley (24 machos e 24 fêmeas), compondo seis grupos de oito sujeitos: grupo estresse longo de machos e grupo estresse longo de fêmeas (22 dias de exposição ao CRS), grupo estresse curto de machos e grupo estresse curto de fêmeas (11 dias de exposição ao CRS) e grupo controle de machos e grupo controle de fêmeas (sem exposição ao CRS). Durante o período de exposição ao CRS, todos os animais passarão por testes de preferência por solução de sacarose. Com o fim do período de CRS, todos os sujeitos passarão por duas sessões de aprendizagem espacial no labirinto aquático de Morris (MWM). A latência de escape será utilizada como medida de aprendizagem na tarefa e será comparada entre os seis grupos do experimento. (AU) | |
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