| Processo: | 19/08739-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Fátima Pereira de Souza |
| Beneficiário: | Giovana Cavenaghi Guimarães |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bioquímica Virologia Vírus sincicial respiratório humano Infecções respiratórias Proteínas de matriz extracelulares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bioquímica | mudança conformacional | Proteína M | Rsv | Virologia |
Resumo O Vírus Sincicial Respiratório Humano (hRSV) é o principal agente causador de infecções no trato respiratório inferior em crianças e idosos por todo o mundo. Pertencente à ordem Mononegavirales do gênero Orthopneumovirus, o hRSV possui genoma composto por RNA fita simples senso negativo com 10 genes que produzem 11 proteínas. A proteína de matriz (M) é essencial para o ciclo viral, uma vez que atua no processo de replicação interagindo com proteínas do complexo ribonucleoproteico (RNPs). Posteriormente a proteína M atua coordenando a transferência dos RNPs para locais de jangadas lipídicas a partir da interação com o citoesqueleto celular, auxiliando assim no brotamento e liberação de vírions. Desta forma, para que o processo de endereçamento e brotamento seja bem-sucedido, a proteína M deve interagir não apenas com as proteínas F, G e M2-1, mas também com N e P e outros mediadores celulares. A proteína M pode formar dímeros e oligômeros que conferem à partícula viral um formato filamentoso típico quando próxima a membrana celular. Desta forma, compreender as mudanças conformacionais que podem ocorrer na proteína em diferentes condições de pH, temperatura e salinidade, poderá auxiliar na compreensão do mecanismo efetivo da proteína de matriz no processo de infecção viral. Para isso, pretende-se obter a proteína M recombinante e realizar experimentos de dicroísmo circular, medidas de espalhamento de luz dinâmico (DLS) e espectroscopia de fluorescência, em diferentes condições de temperatura, pH e força iônica. O resultado do presente estudo possibilitará compreender a estabilidade, estrutura equilíbrio conformacional da proteína de matriz, propiciando assim um melhor entendimento da função e conformação estrutural da mesma durante a replicação viral. (AU) | |
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