| Processo: | 19/19702-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Augusto Dias |
| Beneficiário: | Ricardo Augusto Dias |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Marcos Bryan Heinemann ; Paulo Eduardo Brandão |
| Assunto(s): | Epidemiologia Chiroptera Morcegos Bioacústica Ecologia urbana Vírus da raiva Animais domésticos Humanos Transmissão de doenças animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bioacústica | Ecologia urbana | Morcegos | Raiva | Epidemiologia |
Resumo
Das 180 espécies brasileiras de morcegos (Ordem Chiroptera), 46,7% ocorrem em áreas urbanas, porém pouco se sabe sobre a influências deste tipo de ambiente na ecologia destas espécies. Além disso, não há trabalhos publicados sobre a estrutura das comunidades de quirópteros em áreas urbanas no país até o presente momento. No entanto, o processo de urbanização pode, potencialmente, implicar em mudanças ecológicas importantes para dinâmica de transmissão intra e interespecífica de patógenos nas comunidades de morcegos. Os levantamentos de quiropterofauna urbana existentes advém de dados secundários produzidos pelos sistemas de vigilância passiva da raiva, os quais vêm gerando evidências da circulação viral nestas populações. Porém, estes dados não permite elucidar o adequadamente os papéis ecológico e epidemiológico dos quirópteros urbanos. Este conhecimento é crucial em um contexto de convivência harmônica entre humanos, morcegos e animais domésticos em áreas com distintos níveis de antropização. Assim, o presente estudo visa investigar, através de monitoramento bioacústico, a influência dos componentes de paisagem na riqueza e abundância relativa de espécies da comunidade de quirópteros e no nível de atividade destes animais ao longo de um gradiente urbano-rural-preservado, e acessar a percepção e atitudes da população acerca da convivência com morcegos e dos potenciais agravos ou transmissão de patógenos à ela relacionados. (AU)
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