| Processo: | 19/26928-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Maria Notomi Sato |
| Beneficiário: | Emily Araujo de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Obesidade Troca materno-fetal Desenvolvimento fetal Gravidez Placenta Tecido adiposo Linfócitos T reguladores Supressão Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células T reguladoras | gestação | obesidade | placenta | Tecido adiposo | Imunologia da Interface Materno-Fetal |
Resumo No período gestacional há vários mecanismos reguladores que estão operantes para manter um ambiente homeostático e que permita o desenvolvimento fetal. Nesse contexto, os linfócitos T reguladores (Tregs) são essenciais para tolerância, evitando a exacerbação de reações inflamatórias tanto placentárias como sistêmicas. Em algumas intercorrências gestacionais como infecções bacterianas e virais, já foi demonstrado redução numérica e funcional das Tregs, podendo ocasionar nascimento pré-termo e aborto. Na obesidade, uma doença inflamatória crônica de baixo grau, há uma disfunção deste tipo celular, acarretando o aumento da susceptibilidade a infecções e comprometimento da resposta imune. Contudo, ainda não está determinado, a função das Tregs na obesidade gestacional. Este projeto tem como objetivo avaliar a obesidade gestacional em camundongos quanto às características fenotípicas e funcionais das Tregs maternas e fetais. Para tanto, camundongos fêmeas de linhagem C57BL/6 Foxp3-GFP serão induzidas à obesidade por dieta hipercalórica, monitoradas por peso, glicemia e taxa de colesterol e posteriormente acasaladas. Serão avaliadas as células Tregs da placenta, baço e tecido adiposo de camundongos obesas prenhas e Tregs de baço de seus neonatos. Os subtipos de células Treg serão avaliados quanto aos fatores de transcrição (Foxp3, T-bet, GATA3, RORg-t) por citometria de fluxo e os níveis séricos de adipocina, leptina e citocinas IL-10 e TGF-b. O perfil de expressão de Foxp3, IL-10, TGF-b, TNF e IL-1b, serão avaliados por PCR em tempo real no tecido placentário. A capacidade funcional das Tregs será avaliada por ensaio de supressão celular. O desenvolvimento deste projeto poderá auxiliar no entendimento dos mecanismos reguladores na interface materno-fetal mediados pelas células Tregs em complicações metabólicas como a obesidade gestacional e seu impacto nos neonatos. | |
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